quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Tabuleiro Ouija - O que a Biblia diz

Tabuleiro Ouija – Sua História O que é um tabuleiro Ouija?

Eles vieram à existência como um jogo de salão em meados dos anos 1800, quando o espiritismo e a canalização estavam no auge da moda. A palavra "Ouija" é uma mistura das palavras em francês e alemão para "sim". Adolphus Theodore Wagner foi quem primeiro inventou as tábuas Ouija, por vezes conhecidas como "tábuas falantes", em Londres, Inglaterra, no dia 23 de janeiro de 1854. Na patente, Wagner chamou sua invenção de um "psicográfico" e seu objetivo era ler as mentes das pessoas com "energia nervosa". Em 1861, o francês Allan Kardac descreveu o tabuleiro Ouija como um instrumento que permite a comunicação aberta com o mundo espiritual. Em apenas sete anos, o tabuleiro Ouija tinha evoluído de algo para ler as mentes a um portal de comunicação com os mortos.
 
 Os Tabuleiros Ouija modernos foram desenvolvidos pelo inventor William Huld. Huld vendeu sua patente aos fabricantes Parker Brothers em 1966. As tábuas Ouija, como conhecidas hoje, nada se parecem com o protótipo original. Os cerca de 20-25 milhões de tabuleiros Ouija vendidos pela Parker Brothers consistem de um tabuleiro retangular coberto com letras de madeira que representam o alfabeto, as palavras sim, não, adeus e os números 0-9. Também incluído com o "jogo" é uma prancheta de plástico em forma de coração. A prancheta é o 'ponteiro' criado para deslizar sobre a placa sob a direção de forças sobrenaturais, fazendo comentários e perguntas ao destacar dúvidas e comentários. Parker Brothers comercializou os Tabuleiros Ouija sob o slogan: "É apenas um jogo - não é?" Tabuleiro Ouija – A Decepção Satanás e seus demônios podem usar o tabuleiro Ouija para dar conselhos ou até mesmo para orientar uma pessoa em uma determinada direção. Essa orientação parece mesmo ser verdadeira, boa e útil. Satanás e seus demônios fingem ser amorosos e cuidadosos.
 
  Eles tentam até aparecer inofensivos. A Bíblia diz: "E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus próprios ministros se transformem em ministros de justiça; e o fim deles será conforme as suas obras" (2 Coríntios 11:14 -15). Satanás e seus demônios fazem isso para conseguir que uma pessoa se envolva ainda mais em práticas espíritas. 
 
Coisas como o tabuleiro Ouija parecem inocentes no início, mas logo a pessoa encontra-se viciada às orientações do mundo espiritual - permitindo assim que Satanás controle e destrua sua vida. 1 Pedro 5:8 nos adverte: "Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar."
 
 O Tabuleiro Ouija talvez seja promovido apenas como um jogo, e isso é exatamente o que Satanás quer que acreditemos. Tabuleiro Ouija – A Verdade: São perversos? Infelizmente, muitas pessoas estão enganadas a acreditar que Tabuleiros Ouija são apenas um jogo. A verdade é que Deus enxerga a canalização, quer dizer, consultar os espíritos dos mortos, como um pecado grave. Deuteronômio 18:11-12 diz que qualquer pessoa envolvida nessas práticas é "detestável para Deus". De acordo com a Lei do Antigo Testamento, os israelitas deviam apedrejar (executar) qualquer pessoa que fosse um médium ou um canalizador (Levítico 20:27).
 
 Por que Deus toma uma posição tão dura em coisas como Tabuleiros Ouija - algo que muitas pessoas enxergam como um jogo? Em Isaías 8:19-20, Deus diz: "Quando vos disserem: Consultai os necromantes e os adivinhos, que chilreiam e murmuram, acaso, não consultará o povo ao seu Deus? A favor dos vivos se consultarão os mortos? À lei e ao testemunho! Se eles não falarem desta maneira, jamais verão a alva." Deus afirma que é preciso ir a Ele para obter respostas. Porque Deus é onisciente e onipresente, Ele sabe de tudo e está no controle de tudo. Pedir a charlatões e entidades desconhecidas por conselho pode ser pior que inútil; pode ser perigoso. Deus quer que confiemos nEle!

domingo, 17 de agosto de 2014

Sofrimento e Adversidade

Sofrimento e Adversidade
Texto Básico: Rm 8.26-39

E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos. E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Porque os que dantes conheceu também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos. E aos que predestinou a estes também chamou; e aos que chamou a estes também justificou; e aos que justificou a estes também glorificou. Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que nem mesmo a seu próprio Filho poupou, antes o entregou por todos nós, como nos não dará também com ele todas as coisas? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem é que condena? Pois é Cristo quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de Deus, e também intercede por nós. Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.
Versículo para Decorar
Rm 8.28
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
 
INTRODUÇÃO


Objetivamos, nesta lição falar sobre a adversidade na vida cristã. Veremos que   a adversidade pode vir por causa do pecado ou da desobediência. Mas a adversidade é antes de tudo, uma escola de Deus. Este treinamento tem como objetivo mostrar que a dor é parte da vida, tem um propósito de Deus para nos dar experiência para que possamos ajudar aos outros e, finalmente, para testar a nossa fé e levar-nos á perseverança. Vejamos estes tópicos em detalhe.

I – Adversidade por causa do pecado ou desobediência.


E já vos esquecestes da exortação que argumenta convosco como filhos: Filho meu, não desprezes a correção do SENHOR, E não desmaies quando por ele fores repreendido; Porque o Senhor corrige o que ama, E açoita a qualquer que recebe por filho. Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? (Hb 12.5-7)
Deus trata com seus filhos de uma maneira semelhante aos pais que corrigem os seus filhos. Um pai que entende que os filhos precisam de correção não tem dificuldade de disciplinar os seus filhos. O que, levado pelo sentimento fica com pena do filho e não cumpre a sua obrigação de disciplina-lo, esta perdendo uma grande oportunidade de moldar o caráter do seu filho, preparando-o assim para a vida.
Deus sabe de todas as coisas, porque é onisciente. Assim sendo, usa o sofrimento para nos corrigir, quando pecamos, ou somos desobedientes. Os exemplos são muitos, mas citaremos apenas o de Davi, que perdeu o seu filho, que Deus permitiu que morresse, para mostrar o pecado do grande servo de Deus. Davi sofreu, mas aceitou a disciplina do seu Deus e consertou com o mesmo. Mas a adversidade nem sempre vem como consequência do pecado e da desobediência, mas para compreendermos que a dor é parte da vida.

II – Para compreendermos que a dor é parte da vida


Porque a vós vos foi concedido, em relação a Cristo, não somente crer nele, como também padecer por ele. (Fp 1.29)
Paulo, escrevendo aos filipenses, disse que a adversidade faz parte da vida cristã. Eles teriam de aceitar que a vida cristã inclui o padecer por causa do evangelho, por causa de Cristo. O próprio Paulo afirmou: “Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja”. (Cl 1.24). O que Paulo está afirmando é que Cristo disse aos seus discípulos: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo”. (Jo 16.33)
O crente, o discípulo de Jesus tem de entender que a vida foi experimentada por Cristo e seus apóstolos. Se nós somos discípulos de Jesus, temos de experimentar a mesma vida que Ele viveu.

III – O Propósito do Sofrimento


E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Rm 8.28
As coisas para Deus não acontecem por acaso. A bíblia nos mostra de Gênesis a Apocalipse que Deus tem um plano na sua criação e que vai leva-lo até o seu termo. Todas as coisas que já aconteceram e irão acontecer estão narradas na bíblia. Neste plano de Deus todas as coisas estão incluídas, entre elas a adversidade.
A adversidade não acontece por acaso. Nós podemos ver na adversidade de Jó este fato. No final do seu sofrimento Jó chega á conclusão de que ele não conhecia a Deus. Ele disse: “Com o ouvir dos meus ouvidos ouvi, mas agora te vêem os meus olhos. Por isso me abomino e me arrependo no pó e na cinza”. Jó 42.5-6
Interessante é que Paulo nos diz que a adversidade concorre para o bem daqueles que amam a Deus. Deus permite a adversidade porque Ele conhece todas as coisas. Ele sabe que se a adversidade for recebida como benção resultará, no futuro, em bem para nós. Então, aceite a adversidade como um propósito de Deus para a sua vida. (Confirmando os ânimos dos discípulos, exortando-os a permanecer na fé, pois que por muitas tribulações nos importa entrar no reino de Deus. At 14.22).

IV – Deus permite a adversidade nos seus servos para que eles possam confortar os outros

(Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação; Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus. II Co 1.3-4).
Quando um crente adoece, ou passa por tribulações, ele esta aprendendo uma lição. Se ele receber a adversidade como bênçãos esta pronto a ajudar outras pessoas. A adversidade é uma escola, mas só poderemos passar nesta escola se nos matricularmos e nos colocarmos na posição de alunos, de discípulos.
Este mundo é um vale de lágrimas. Temos que aprender a viver nele, ter vitória sobre as adversidades para assim poder confortar os outros e ensina-los a receber a adversidade na perspectiva correta.

V – O Sofrimento testa a nossa fé e nos leva á perseverança


(Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações; Sabendo que a prova da vossa fé opera a paciência. Bem-aventurado o homem que suporta a tentação; porque, quando for provado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor tem prometido aos que o amam. Tg 1.2,3 e 12).
A adversidade são provas para a nossa fé. A nossa fé precisa ser provada e é, através das provas, que a fé amadurece. Se aceitarmos a adversidade com um espírito certo, sabendo que a adversidade foi permitido por Deus que nos criou, um Deus que tem um plano para todas as coisas, que a adversidade é uma escola para nos ensinar a confortar ou outros, iremos ter a nossa fé e iremos adquirir perseverança. Não seremos levados ao desespero, ao pessimismo, ou á revolta, como acontece com aqueles que não conhecem a Deus.
A vida de Paulo é um exemplo desta atitude. Ele sabia viver em qualquer situação. Quando passava por necessidade, aceitava as provações. Certe vez, ele teve o que chamou de “espinho na carne”. Ele pediu três vezes a Deus para tirar aquele mal, “mensageiro de satanás”, mas Deus lhe disse: “ ... A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo”. II Co 12.9

Conclusão
Temos necessidade de aceitar a adversidade na perspectiva correta. Nem devemos procura-lo, nem que pensemos que ele não nos sobrevirá, a adversidade faz parte da experiência humana e temos que experimenta-lo debaixo da graça de Deus.
 Aplicação
1 - Aprenda a receber a adversidade: Não devemos sofrer como assassino, ladrão, malfeitor, ou como quem se intromete em negocio alheio, mas como cristão.
2 - Se você sofre como cristão, deve glorificar a Deus e receber a provação com alegria.
3-   O propósito de Deus não é nos deixar ficar na tribulação e sofrimento para sempre. Por isso, se você estiver sofrendo, “faça oração”.

domingo, 3 de agosto de 2014

Interpretação cristã de sonhos? Nossos sonhos vêm de Deus?

Pergunta: "Interpretação cristã de sonhos? Nossos sonhos vêm de Deus?"

Resposta: 
Nós não interpretamos sonhos. Nós realmente acreditamos que os sonhos de uma pessoa e o significado desses sonhos está apenas entre Deus e esta pessoa. Deus ainda fala através de sonhos? Deus falou para as pessoas diversas vezes nas Escrituras por meio de sonhos. Exemplos seriam José, filho de Jacó (Gênesis 37:5-10), José, marido de Maria (Mateus 2:12-22), Salomão (1 Reis 3:5-15) e vários outros (Daniel 2:1; 7:1; Mateus 27:19). Há também uma profecia do profeta Joel (Joel 2:28), citada pelo apóstolo Pedro em Atos 2:17, que menciona Deus usando sonhos. Portanto, a resposta é sim, Deus pode sim falar através de sonhos, e o faz.

No entanto, há uma diferença em como nós aplicamos essa verdade aos dias de hoje. Uma coisa que devemos ter em mente é que a Bíblia está finalizada, tendo abordado todos os assuntos sobre os quais devemos saber de agora até a eternidade. Isso não significa que Deus não realiza milagres ou fala através de sonhos hoje em dia. A diferença é que Deus já revelou a forma que Ele escolheu para lidar com a humanidade de agora até a eternidade – na Bíblia. Qualquer coisa que Deus diga, seja um sonho, visão, “voz sussurrante”, etc., estará completamente de acordo com o que Ele já revelou na Sua Palavra. Sonhos não podem ter autoridade superior à da Bíblia. Mais uma vez, SE Deus fosse falar a uma pessoa em sonho, a Sua mensagem estaria perfeitamente de acordo com a Sua Palavra. Devido à nossa crença na inspiração, autoridade e suficiência da Escritura, nós achamos muito pouco provável que Deus fale regularmente através de sonhos hoje em dia. Ao mesmo tempo, nós não podemos negar a possibilidade baseando-nos nas Escrituras.

Se você tem um sonho e acha que foi Deus que o deu a você, examine em oração a Palavra de Deus e tenha certeza de que o seu sonho está de acordo com as Escrituras. Caso positivo, considere em oração o que Deus quer que você faça em resposta ao sonho (Tiago 1:5). Nas Escrituras, sempre que alguém experimentou um sonho de Deus, Deus sempre tornou o significado do sonho claro, seja diretamente para a pessoa, através de um anjo, ou através de um mensageiro (Gênesis 40:5-11; Daniel 2:45; 4:19). Quando Deus fala conosco, Ele se assegura de que a mensagem é entendida claramente.


Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/interpretacao-crista-sonhos.html#ixzz39NAoilci

sábado, 26 de julho de 2014

O Brasil precisa de pastores de caráter limpo


http://www.institutojetro.com.br/lendoartigo.asp?t=4&a=1604

                   




O caráter de um pastor define o seu ministério. Isso significa que um pastor cujo caráter é íntegro produzirá um ministério limpo, cheio de graça e de verdade, um ministério sem nebulosidades. Contudo, um pastor sem caráter, invariavelmente, produzirá um ministério fajuto, de mentirinha, caracterizado pela arrogância, vaidade, roubos (não só financeiros, mas de tempo e de vidas), adultérios e neuroses pessoais pretensamente anunciadas como revelações de Deus.

Não adianta um ministério aclamado pelos homens, mas reprovado por Deus. No final, o que conta mesmo é minha vida diante de Deus. Quando se trata de liderança pastoral há um trecho da palavra de Deus que muito me chama a atenção. É o texto de Mateus 7:21-23, que diz: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres? Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade.”

O curioso nesse texto é que todas as realizações alegadas pelos que estão sendo reprovados no juízo final são funções associadas à liderança pastoral: profecias, expulsão de demônios, realização de milagres. Só líderes no reino de Deus realizam tais tarefas. O Senhor, entretanto, os reprova, pois o coração desses líderes não era limpo, seu testemunho era condenável, suas motivações mais íntimas eram mesquinhas e egoístas. Na verdade, esses líderes tomavam o nome de Deus em vão todas as vezes que realizavam milagres, profetizavam ou expeliam demônios, pois no dia-a-dia “praticavam a iniqüidade”, promoviam a si mesmos.

Jesus, no sermão do Monte, entre outras bem-aventuranças, declarou que são “bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus” (Mt. 5:8). Deus se importa muito com um coração limpo. Por essa razão, Jesus inclui os limpos de coração em suas bem-aventuranças.

O pastor precisa ter coração limpo se deseja servir a Deus com integridade e um testemunho pessoal aprovado. Davi escreve “Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Por isso, o líder da igreja, deve conservar o “mistério da fé com a consciência limpa” (I Tm. 3:9).

Manter um bom testemunho por ter um coração limpo não necessariamente fará do pastor um sucesso entre os homens. Pelo menos enquanto este pastor estiver vivo. Depois de morto é outra história. Não obstante, é o bom testemunho que fará desse líder um vitorioso diante do Seu Senhor, pois Deus sabe que o bom testemunho agrega as ovelhas, enobrece o reino de Deus, honra o nome do Senhor, não escandaliza os mais fracos na fé.

Portanto, cabe a cada líder pastoral avaliar diariamente como está o seu coração. Esse exercício devocional é imprescindível para ser bem sucedido no ministério da Palavra, pois somente os limpos de coração verão a Deus e, assim, serão considerados bem-aventurados.

domingo, 20 de julho de 2014

O que significa aceitar Jesus como seu Salvador pessoal?

Pergunta: "O que significa aceitar Jesus como seu Salvador pessoal?"

Resposta:
Você alguma vez já aceitou Jesus Cristo como seu Salvador pessoal? Antes de você responder, permita-me explicar a questão. Para entender, você deve primeiro compreender adequadamente “Jesus Cristo”, “pessoal” e “Salvador.”

Quem é Jesus Cristo? Muitas pessoas reconhecem Jesus Cristo como um bom homem, grande mestre, ou mesmo como um profeta de Deus. Essas coisas são definitivamente verdadeiras sobre Jesus, mas elas não definem quem Ele realmente é. A Bíblia nos diz que Jesus é Deus em carne, Deus tornou-se um ser humano (leia João 1:1,14). Deus veio à terra para nos ensinar, curar, corrigir, perdoar – e morrer por nós! Jesus Cristo é Deus, o Criador, o Senhor supremo. Você aceitou este Jesus?

O que é um Salvador e por que nós precisamos de um Salvador? A Bíblia nos diz que todos pecamos, todos cometemos atos maus (Romanos 3:10-18). Como resultado do nosso pecado, nós merecemos a ira e o julgamento de Deus. A única punição justa para pecados cometidos contra um Deus infinito e eterno é uma punição infinita (Romanos 6:23; Apocalipse 20:11-15). É por isso que nós precisamos de um Salvador!

Jesus Cristo veio à terra e morreu em nosso lugar. A morte de Jesus, como Deus em carne, foi um pagamento infinito por nossos pecados (2 Coríntios 5:21). Jesus morreu para pagar a pena pelos nossos pecados (Romanos 5:8). Jesus pagou o preço para que nós não tivéssemos que pagar nós mesmos. A ressurreição de Jesus dentre os mortos provou que Sua morte foi suficiente para pagar a pena pelos nossos pecados. É por isso que Jesus é o único Salvador (João 14:6; Atos 4:12)! Você está confiando em Jesus como seu Salvador?

Jesus é o seu Salvador “pessoal”? Muitas pessoas vêem o Cristianismo como ir à igreja, realizar rituais, não cometer certos pecados. Isso não é Cristianismo. O verdadeiro Cristianismo é uma relação pessoal com Jesus Cristo. Aceitar Jesus como seu Salvador pessoal significa colocar a própria fé pessoal e confiança Nele. Ninguém é salvo pela fé dos outros. Ninguém é perdoado por realizar certas obras. A única forma de ser salvo é pessoalmente aceitar Jesus como seu Salvador, confiando na Sua morte como pagamento pelos seus pecados, e na Sua ressurreição como a sua garantia de vida eterna (João 3:16). Jesus é pessoalmente o seu Salvador?

Se você quer aceitar Jesus como seu Salvador, diga as seguintes palavras a Deus. Lembre-se que fazer esta oração ou qualquer outra não irá salvar você. Apenas confiando em Cristo você pode ser salvo do seu pecado. Esta oração é simplesmente uma forma de expressar a Deus a sua fé Nele e agradecer por lhe dar a salvação. "Deus, eu sei que pequei contra Ti e mereço punição. Mas Jesus Cristo tomou sobre Si a punição que eu mereço para que através da fé Nele eu pudesse ser perdoado. Eu recebo Tua oferta de perdão e coloco minha fé em Ti para Salvação. Eu aceito Jesus como meu Salvador pessoal! Obrigado por Tua graça e perdão maravilhosos – o dom da vida eterna! Amém!”

Leia mais: http://www.gotquestions.org/Portugues/Salvador-pessoal.html#ixzz3805BnuCz

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Da fé de ateus e teístas (e da mentira de ser agnóstico)






A quem cabe o ônus da prova sobre a questão da existência de Deus?

Há uma opinião corrente por parte dos que “não crêem” que o teísta deve provar a existência de Deus, enquanto eles são justificados em não crer. Assim, segundo eles, pessoas intelectualmente sãs, racionais, não poderiam crer em Deus. Eu só posso creditar isso a mais pura ignorância ou a mais descarada desonestidade.

O teísta é aquele que afirma a existência de Deus. Sua proposição é:
(i) Creio que Deus existe (ou “Deus existe”, ou “creio em Deus”)
Se pretende que sua proposição seja conhecimento, além de crer nela, terá que ter critérios para seja verdadeira e justificada. Ou seja, deverá provar sua asserção. O problema é que não há critérios universais que forneçam tal prova. Tudo fica no âmbito da fé!
Por ser fé, o ateu acusa o teísta de irracional. Tem ele razão? Vejamos: o ateu é aquele que nega a existência de Deus. Sua negação é, na verdade, uma afirmativa e sua proposição é:
(ii) Creio que Deus não existe (ou “Deus não existe”, ou “creio em não-Deus”).
Ora, do mesmo modo, se pretende que sua proposição seja conhecimento, além de crer nela, terá que ter critérios para seja verdadeira e justificada. Ou seja, também deverá provar sua asserção. Quais os critérios universais que fornecem tal prova? Não há. Novamente, tudo fica no âmbito da fé!
Se o teísta é irracional pela fé que tem, não é menos irracional o ateu. Nenhum dos dois pode satisfatoriamente e de forma definitiva provar o seu ponto. Há teorias quanto à plausibilidade ou à probabilidade de proposições. Entre haver ou não haver Deus, haveria uma proposição que seria mais plausível ou provável que a outra. Embora estas teorias procurem rigor e neutralidade, é difícil vê-las sem um aspecto psicológico que faça pender a balança para um ou outro lado.
Considerando as chances, 50% para cada lado, resta o apelo agnóstico que diz não conhecer Deus, simplesmente. Ele afirma:
(iii) Não creio que Deus exista (ou “não creio em Deus”).
Mas seu apelo só terá sentido se houver a contraparte:
(iv) Não creio que Deus não exista (ou “não creio em não-Deus”).
Pois afirmar (iii) e negar (iv) é afirmar (ii). Isto não será mais agnosticismo, porém ateísmo. Pender para um dos lados (como num pouco provável “tendo a crer em Deus” ou no mais comum “tendo a crer em não-Deus”), embora me seja psicologicamente compreensível, é intelectualmente desonesto se significa uma simples fuga do ônus da prova (como pretende a “presunção de ateísmo”).]

Um agnóstico coerente, portanto, não considerará irrelevante a questão se Deus existe ao mesmo tempo em que não lhe dará peso excessivo. Não viverá como se Ele não existisse, mas também não considerará que Ele o está a observar. Não sonhará com o céu nem temerá o inferno, mas também não ignorará esperança ou temor. Chamará teístas e ateus igualmente de irracionais por sua fé sem provas. Mas a dúvida e a incerteza, como as do cético, serão suas companheiras…

Mas, ora, eu ainda não conheci um agnóstico coerente sequer, assim como não conheci qualquer cético que se cale! O agnóstico que conheço pode viver, e de fato vive, como um ateu. Pois, ora vejam, ele é um ateu. Apenas que renunciou aos debates quanto à racionalidade de sua crença no não-Deus. E, assim, que viva como o ateu que é, porém não acuse o teísta de irracionalidade, pois isso nunca passará de mal disfarçada desonestidade intelectual (qualquer semelhança com os novos ateus não é mera coincidência).

A quem cabe o ônus da prova? Ninguém, enfim, a terá, mas de sua fé vivem todos. O insensato ateu para hoje, aqui e agora, comendo e bebendo, pois amanhã morrerá. Porém o justo, aquele a quem Deus justificou, este de Deus mesmo recebeu uma fé e também uma vida de um outro tipo. De um tipo de fé que olha e vê o que os olhos não vêem. De um tipo de vida que é da eternidade amiga. De uma fé que vê e já vive as primícias da vida na bem-aventurança eterna do porvir diante da Presença, coram Deo