segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

25 PROFECIAS CUMPRIDAS EM UM DIA!!!



Kadoshi Mensagens Bíblicas
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"Tudo isto, porém, aconteceu para que se cumprissem as Escrituras dos profetas". Mateus 26.56a

As seguintes profecias do Antigo Testamento (Bíblia Sagrada), sobre a traição, o julgamento, a morte e o sepultamento de nosso Senhor Jesus Cristo, foram feitas por diferentes pessoas, em épocas distintas, em um espaço de cinco séculos, de 1000 a 500 a.C..Todas se cumpriram, literalmente.

1. Vendido por trinta moedas de prata

Profecia: "Eu lhes disse: se vos parece bem, dai-me o meu salário; e, se não, deixai-o. Pesaram, pois, por meu salário trinta moedas de prata". Zacarias 11.12

Cumprimento: "Então, um dos doze, chamado Judas Iscariotes, indo ter com os principais sacerdotes, propôs: Que me quereis dar, e eu vo-lo entregarei? E pagaram-lhe trinta moedas de prata". Mateus 26.14-15


2. Traído por um amigo

Profecia: "...mas és tu, homem meu igual, meu companheiro e meu íntimo amigo. Juntos andávamos, juntos nos entretínhamos e íamos com a multidão à Casa de Deus. A morte os assalte, e vivos desçam à cova! Porque há maldade nas suas moradas e no seu íntimo". Salmos 55.13-15

Cumprimento: "E logo, aproximando-se de Jesus, lhe disse: Salve, Mestre! E o beijou. 50 Jesus, porém, lhe disse: Amigo, para que vieste? Nisto, aproximando-se eles, deitaram as mãos em Jesus e o prenderam". Mateus 26.49-50


3. O Dinheiro foi atirado para o oleiro

Profecia: "Então, o SENHOR me disse: Arroja isso ao oleiro, esse magnífico preço em que fui avaliado por eles. Tomei as trinta moedas de prata e as arrojei ao oleiro, na Casa do SENHOR". Zacarias 11.13

Cumprimento: "Então, Judas, o que o traiu, vendo que Jesus fora condenado, tocado de remorso, devolveu as trinta moedas de prata aos principais sacerdotes e aos anciãos, dizendo: Pequei, traindo sangue inocente. Eles, porém, responderam: Que nos importa? Isso é contigo. Então, Judas, atirando para o santuário as moedas de prata, retirou-se e foi enforcar-se. (...) E, tendo deliberado, compraram com elas o campo do oleiro, para cemitério de forasteiros". Mateus 27.3-5,7


4. Os discípulos O abandonaram

Profecia: "Desperta, ó espada, contra o meu pastor e contra o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos; fere o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas; mas volverei a mão para os pequeninos". Zacarias 13.7

Cumprimento: "Então, os discípulos todos, deixando-o, fugiram". Mateus 26.56

"Então, lhes disse Jesus: Todos vós vos escandalizareis, porque está escrito: Ferirei o pastor, e as ovelhas ficarão dispersas". Marcos 14.27


5. Acusado por falsas testemunhas

Profecia: "Levantam-se iníquas testemunhas e me argúem de coisas que eu não sei". Salmo 35.11

Cumprimento: "Ora, os principais sacerdotes e todo o Sinédrio procuravam algum testemunho falso contra Jesus, a fim de o condenarem à morte. E não acharam, apesar de se terem apresentado muitas testemunhas falsas. Mas, afinal, compareceram duas, afirmando: Este disse: Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias". Mateus 26.59-61


6. Bateu-se e cuspiu-se nEle

Profecia: "Ofereci as costas aos que me feriam e as faces, aos que me arrancavam os cabelos; não escondi o rosto aos que me afrontavam e me cuspiam". Isaías 50.6

Cumprimento: "Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o esbofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!" Mateus 26.67,68

Observem-se os detalhes na concordância da profecia e do cumprimento:

Bater-se-á nEle

No rosto e em outras partes do corpo

Cuspir-se-á nEle

Cuspir-se-á no Seu rosto


7. Mudo diante dos Seus acusadores

Profecia: "Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca; como cordeiro foi levado ao matadouro; e, como ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a boca". Isaías 53.7

Cumprimento: "E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu. Então, lhe perguntou Pilatos: Não ouves quantas acusações te fazem? Jesus não respondeu nem uma palavra, vindo com isto a admirar-se grandemente o governador". Mateus 27.12-14


8. Ferido e pisado

Profecia: "Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados". Isaías 53.5

Cumprimento: "Então, Pilatos lhes soltou Barrabás; e, após haver açoitado a Jesus, entregou-o para ser crucificado. Logo a seguir, os soldados do governador, levando Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte. Despojando-o das vestes, cobriram-no com um manto escarlate; tecendo uma coroa de espinhos, puseram-lha na cabeça e, na mão direita, um caniço; e, ajoelhando-se diante dele, o escarneciam, dizendo: Salve, rei dos judeus!" Mateus 27.26-29


9. Ele sucumbiu sob o peso da cruz

Profecia: "De tanto jejuar, os joelhos me vacilam, e de magreza vai mirrando a minha carne". Salmo 109.24

Cumprimento: "Tomaram eles, pois, a Jesus; e ele próprio, carregando a sua cruz, saiu para o lugar chamado Calvário, Gólgota em hebraico". João 19.17

"E, como o conduzissem, constrangendo um cireneu, chamado Simão, que vinha do campo, puseram-lhe a cruz sobre os ombros, para que a levasse após Jesus". Lucas 23.26

O Senhor Jesus Cristo, após ter sofrido muito com os açoites, ficou fraco, Seus joelhos se dobraram sob a pesada cruz. Por isso, foi necessário entregá-la a outro para ser carregada.


10. Mãos e pés traspassados

Profecia: "Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés". Salmo 22.16

Cumprimento: "Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda". Lucas 23.33

Jesus Cristo, foi crucificado segundo o costume dos romanos: as mãos e os pés eram perfurados por longos cravos, para pregar o corpo na cruz (compare João 20.25-27)

"Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco! E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente". João 20.25-27


11. Crucificado junto com malfeitores

Profecia: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". Isaías 53.12

Cumprimento: "Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda. E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado". Marcos 15.27-28


12. Ele orou pelos Seus inimigos

Profecia: "Por isso, eu lhe darei muitos como a sua parte, e com os poderosos repartirá ele o despojo, porquanto derramou a sua alma na morte; foi contado com os transgressores; contudo, levou sobre si o pecado de muitos e pelos transgressores intercedeu". Isaías 53.12

Cumprimento: "Contudo, Jesus dizia: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lançaram sortes". Lucas 23.34


13. Eles menearam a cabeça

Profecia: "Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me vêem, meneiam a cabeça". Salmo 109.25

Cumprimento: "Os que iam passando blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Ó tu que destróis o santuário e em três dias o reedificas! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz!" Mateus 27.39,40


14. As pessoas zombaram de Jesus

Profecia: "Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça: Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer". Salmo 22.7,8

Cumprimento: "De igual modo, os principais sacerdotes, com os escribas e anciãos, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus". Mateus 27.41-43


15. Eles O olhavam

Profecia: "Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim". Salmo 22.17

Cumprimento: "O povo estava ali e a tudo observava. Também as autoridades zombavam e diziam: Salvou os outros; a si mesmo se salve, se é, de fato, o Cristo de Deus, o escolhido". Lucas 23.35


16. Suas vestes foram repartidas e sorteadas

Profecia: "Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes". Salmo 22.18

Cumprimento: "Os soldados, pois, quando crucificaram Jesus, tomaram-lhe as vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte; e pegaram também a túnica. A túnica, porém, era sem costura, toda tecida de alto a baixo. Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela para ver a quem caberá—para se cumprir a Escritura: Repartiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Assim, pois, o fizeram os soldados". João 19.23,24


17. Foi abandonado

Profecia: "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?" Salmo 22.1

Cumprimento: "Por volta da hora nona, clamou Jesus em alta voz, dizendo: Eli, Eli, lamá sabactâni? O que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" Mateus 27.46


18. Foram-lhe dados vinagre e fel

Profecia: "Por alimento me deram fel e na minha sede me deram a beber vinagre". Salmo 69.21

Cumprimento: "Depois, vendo Jesus que tudo já estava consumado, para se cumprir a Escritura, disse: Tenho sede! Estava ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja e, fixando-a num caniço de hissopo, lha chegaram à boca". João 19.28,29

"Deram-lhe a beber vinho com fel; mas ele, provando-o, não o quis beber". Mateus 27.34


19. Ele entregou Seu espírito a Deus

Profecia: "Nas tuas mãos, entrego o meu espírito; tu me remiste, SENHOR, Deus da verdade". Salmo 31.5

Cumprimento: "Então, Jesus clamou em alta voz: Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito! E, dito isto, expirou". Lucas 23.46


20.Seus amigos ficaram de longe

Profecia: "Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe". Salmo 38.11

Cumprimento: "Entretanto, todos os conhecidos de Jesus e as mulheres que o tinham seguido desde a Galiléia permaneceram a contemplar de longe estas coisas". Lucas 23.49


21. Seus ossos não foram quebrados

Profecia: "Preserva-lhe todos os ossos, nem um deles sequer será quebrado". Salmo 34.20

Cumprimento: "Chegando-se, porém, a Jesus, como vissem que já estava morto, não lhe quebraram as pernas. Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que isto viu testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais. E isto aconteceu para se cumprir a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado". João 19.33-36

Compensa analisar ainda duas outras profecias, que se referem aos Seus ossos, que também tiveram cumprimento exato, se bem que nesse caso ele não é mostrado tão claramente na Escritura:

"Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram ..." Salmo 22.14

Não difícil entender que Jesus, tendo Suas mãos e pés pregados na cruz, teve os ossos desconjuntados, especialmente se lembrarmos que Ele foi pregado na cruz deitada no chão, que foi depois levantada.

"Posso contar todos os meus ossos..." Salmo 22.17

Ele foi dependurado nu na cruz (João 19.23), de modo que seus ossos podiam ser vistos. A distensão do Seu corpo e os suplícios terríveis da crucificação levavam os ossos a ficarem ressaltados.


22. Seu coração parou

Profecia: "Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim". Salmo 22.14

Cumprimento: "Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". João 19.34


23. Seu lado foi traspassado

Profecia: "E sobre a casa de Davi e sobre os habitantes de Jerusalém derramarei o espírito da graça e de súplicas; olharão para aquele a quem traspassaram; pranteá-lo-ão como quem pranteia por um unigênito e chorarão por ele como se chora amargamente pelo primogênito". Zacarias 12.10

Cumprimento: "Contudo, um dos soldados lhe furou o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água". João 19.34 (Edição Revista e Corrigida)


24. Trevas sobre a Terra

Profecia: "Sucederá que, naquele dia, diz o SENHOR Deus, farei que o sol se ponha ao meio-dia e entenebrecerei a terra em dia claro". Amós 8.9

Cumprimento: "Desde a hora sexta até à hora nona, houve trevas sobre toda a terra". Mateus 27.45


25. Sepultado no túmulo de um rico

Profecia: "Designaram-lhe a sepultura com os perversos, mas com o rico esteve na sua morte, posto que nunca fez injustiça, nem dolo algum se achou em sua boca". Isaías 53.9

Cumprimento: "Caindo a tarde, veio um homem rico de Arimatéia, chamado José, que era também discípulo de Jesus. Este foi ter com Pilatos e lhe pediu o corpo de Jesus. Então, Pilatos mandou que lho fosse entregue. E José, tomando o corpo, envolveu-o num pano limpo de linho e o depositou no seu túmulo novo, que fizera abrir na rocha; e, rolando uma grande pedra para a entrada do sepulcro, se retirou". Mateus 27. 57-60

Jesus dos 12 aos 30 anos



Por Eguinaldo Hélio de Souza

Num primeiro momento, a pergunta “O que fez Jesus dos doze aos trinta anos?” não parece oferecer nenhum problema. A curiosidade sobre este fato é normal. O problema começou quando certos grupos ligados ao movimento Nova Era pretenderam respondê-la utilizando fontes duvidosas.
Como sabemos, esse movimento rejeita toda a cultura judaico-cristã do Ocidente, logo rejeita também as Sagradas Escrituras como padrão de verdade religiosa e verdade histórica. Em seu lugar, abraça toda sorte de idéias, filosofias e doutrinas orientais, principalmente as hindus. Conseqüentemente, a figura que emergiu daí é completamente estranha ao Jesus, filho de Maria, apresentado nas páginas dos evangelhos.

Ao invés do carpinteiro de Nazaré, seguidor do judaísmo de sua época, foi pintado o quadro de um asceta hindu, viajante oriental, aluno de gurus e praticante de todo um misticismo que os cristãos jamais imaginaram fazer parte do comportamento de Jesus. Ele teria viajado ao Extremo Oriente, após o incidente no Templo de Jerusalém (Lc 2.46), e se iniciado nas doutrinas e práticas da Índia e do Tibete. Na verdade, os adeptos da Nova Era criaram um Jesus à sua própria imagem e semelhança, para que, assim, pudessem justificar todas as suas práticas ocultistas.

Como fez outrora o kardescismo, os novaerenses não poderiam também deixar de incluir Jesus (a quem chamam de Issa ou Isa, seu nome no Alcorão) em seu círculo. Qualquer movimento religioso que queira alcançar destaque no Ocidente terá de incluir Jesus de alguma forma em seu credo, nem que para isso seja preciso “criar seu próprio Jesus”. Mas apenas usar o nome ou a figura dele não é suficiente. Por isso, Paulo advertiu aos cristãos em Corinto: “Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo. Porque, se alguém for pregar-vos outro Jesus que nós não temos pregado, ou se recebeis outro espírito que não recebestes, ou outro evangelho que não abraçastes, com razão o sofrereis” (2Co 11.3,4).

Inconformados com o Jesus bíblico

O dr. Otto Borchet, em seu livro O Jesus histórico, fez um excelente comentário sobre as muitas tentativas históricas de distorcer a imagem de Jesus, conforme ela nos é fidedignamente mostrada por Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares e contemporâneas dele. “Indubitavelmente [...] cada geração que se aproxima da figura de Jesus novamente, tem tentado retificar essa imagem no que acha nela deficiente”.1 A verdade, porém, é que qualquer tentativa de acrescentar algo ao Jesus bíblico falha. Assim se dá com o Cristo da Nova Era. Acabam apresentando um Jesus totalmente às avessas do que é declarado na Bíblia. “A verdade é que a figura de Jesus, apresentada nos evangelhos, tem todas as características de um metal que resiste a todas as ligas. Qualquer coisa acrescentada a ela [...] mostra-se como substância estranha que não pode misturar-se no crisol”.2

De modos diferentes, em épocas diferentes, culturas diferentes têm tentado distorcer o Jesus simples dos evangelhos. O Jesus dos evangelhos apócrifos e o Jesus sem carne e osso, desprovido de matéria, dos gnósticos do primeiro século da era cristã foram uma reação da cultura daquela época, que se recusava a aceitar o Homem de Nazaré, exatamente como ele é. “Cada vez que o espírito de uma raça diferente entrou no espírito do evangelho, tentou manipular a figura daquele que é o Senhor dessa mesma história, algumas vezes a ponto de ela ficar deformada e irreconhecível”.3

Portanto, em nada nos espanta o fato de a invasão das religiões orientais no Ocidente ter levado muitos a alterar novamente as características do Senhor. Para tanto, esse movimento, encabeçado por adeptos da Nova Era, buscou utilizar-se de um período de silêncio biográfico sobre Jesus para tecer um amontoado de informações que, longe de acrescentar algo ao conhecimento dele, distorceu-o completamente.

Assim, sem quaisquer evidências, eles se baseiam em mistificações e boatos estranhos e duvidosos. O resultado só poderia ser alguém completamente estranho às características de Jesus, conforme nos é mostrado de forma tão clara nas páginas do Novo Testamento.

Documentos versus divagações

Entre as fontes que se propõem a contar o que ocorreu com Jesus entre os doze e os trinta anos está o que os adeptos da Nova Era chamam de “Arquivos Akáshicos” ou “Registros Akáshikos”, que, segundo eles, trata-se de um espaço invisível, simbolizado pelo éter, também conhecido como o reservatório cósmico de memórias individuais. Seria como uma espécie de “memória do Universo” para os esotéricos. Nesses registros, supõe-se estarem escritas todas as palavras, ações e pensamentos de todos os seres e de todos os indivíduos que já existiram ou existem no Universo. Eles afirmam que somente as pessoas iniciadas no esoterismo conseguem consultar essas informações.

Foi baseado nesses registros que Levi H. Dowling, ex-capelão do exército americano, escreveu o livro O evangelho de Jesus, o Cristo, para a era de aquário. Tal obra contém muitos relatos da peregrinação de Jesus (ou Issa) pelo Extremo Oriente. O capítulo 23 ressalta que Jesus esteve na Índia e “procurou aprender a arte hindu de curar, de modo que se tornou discípulo de Udraka, o maior dos curadores hindus”. Após aprender alguns conceitos sobre cura, Jesus teria baixado “a cabeça em reconhecimento pela sabedoria daquela alma superior e seguiu seu caminho”.4

O livro também diz que Jesus esteve em um templo em Lhasa, capital do Tibete, onde conheceu o grande sábio oriental Meng-tse, que o ajudou a ler os manuscritos antigos: “E Meng-tse abriu as portas do templo de par em par e todos os sacerdotes e mestres deram as boas-vindas ao sábio hebreu”.5

O grande problema com essas e outras passagens é que elas são estranhas ao que lemos sobre Jesus no Novo Testamento. Ele jamais curvou a cabeça ou teve qualquer atitude que lembrasse o misticismo hindu. Nem mesmo a História registra algum grande sábio oriental por nome Meng-Tse. Então, fica a pergunta: “Que credibilidade podemos dar às informações retiradas de um arquivo que ninguém pode ver? Alguém pode dizer que elas são confiáveis?”.

A coisa fica mais discrepante quando comparamos ambas as fontes de informações — as do Jesus bíblico e as dos registros atávicos. Pedro escreveu em sua segunda epístola: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas; mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2Pe 1.16). Outrossim, Lucas comenta, na introdução de seu evangelho: “Tendo, pois, muitos empreendido pôr em ordem a narração dos fatos que entre nós se cumpriram, segundo nos transmitiram os mesmos que os presenciaram desde o princípio, e foram ministros da palavra, pareceu-me também a mim conveniente descrevê-los a ti, ó excelente Teófilo, por sua ordem, havendo-me já informado minuciosamente de tudo desde o princípio; para que conheças a certeza das coisas de que já estás informado” (Lc 1.1-4).

Todos esses textos mostram que, ao lidarmos com o Novo Testamento, estamos mexendo com documentos históricos escritos por testemunhas oculares ou por investigadores que tiveram contato com essas testemunhas oculares. Isso está em aberto contraste com pessoas que dizem ter retirado suas informações de um suposto arquivo invisível, acessível apenas a um restrito grupo de pessoas exóticas.

Documentos fidedignos versus documentos duvidosos

Outra fonte que procura informar as atividades de Jesus dos doze aos trinta anos é descrita pelo jornalista russo Nicolai Notovitch, que teria, em 1887, quando então com 29 anos, conhecido o mosteiro budista de Hemis, em Ladakh, no norte da Índia. E lá, soube da existência de escritos tibetanos sobre um misterioso profeta chamado “Santo Issa” e que os dados sobre a vida desse Issa eram muito semelhantes aos dados da vida de Jesus de Nazaré. Segundo o jornalista, o reverendo abade do mosteiro budista traduzia e lia os escritos, às vezes incompletos, e ele, por sua vez, tomava nota de tudo.

Esses supostos escritos afirmavam que um adolescente de Israel com o nome de Issa tinha fugido de casa e chegado àquela região trazido por mercadores com o objetivo de se preparar espiritualmente. Os textos diziam ainda que esse suposto Issa foi discipulado nos mosteiros budistas e hindus.6

Antes de darmos crédito a tais relatos, seria bom compararmos documentalmente nossos evangelhos com as narrações do jornalista russo. Segundo o escritor Josh McDowell, existem hoje cerca de 24.000 cópias antigas do Novo Testamento, mais do que qualquer outro livro da antiguidade, as quais são suficientes para confirmar a historicidade de Jesus.7

Em nenhum lugar esses textos fazem qualquer referência à visita de Jesus ao Extremo Oriente ou apresenta qualquer ensino ou prática que lembrem os hindus e os budistas ou suas escrituras. Portanto, basear-se em um manuscrito obscuro, do qual até hoje ninguém, além de Nicolai Notovitch, tem conhecimento para saber quem é Jesus é algo fora de lógica. Seria o equivalente a abraçar boatos e a rejeitar documentos históricos.

A falácia essênica

Para termos uma idéia de quanto tem sido inútil procurar evidências do Jesus histórico fora da Bíblia basta citarmos o caso dos essênios. Em 1947, foram descobertos, junto ao Mar Morto, rolos de vários livros da Bíblia e outros escritos pertencentes a uma comunidade ascética, supostamente, os essênios. Os essênios eram praticantes de um tipo monástico de judaísmo e não tardou para que afirmassem que Jesus era essênio e que havia estado entre eles nos anos de silêncio de sua vida.

A questão dos contatos entre Jesus e a comunidade essênia foi abordada da seguinte forma: “...Mas um episódio específico assume aqui a sua significação: o da tentação. Mateus escreve que Jesus foi conduzido pelo Espírito ao deserto para aí ser tentado (Mt 4.1). Ora, vimos que o deserto, sem outra indicação, parece, no meio em que estamos, designar a solidão dos essênios. Da mesma forma, o lugar tradicional da tentação é situado na região onde foram encontrados os manuscritos, um pouco ao norte de Qumran. Não é apenas o tema da tentação que nos leva a pensar nos monges de Qumran [...] a atitude de Cristo com relação às seitas judaicas, prolonga a de João Batista. Os essênios nunca são nomeados no evangelho, e a razão disso parece realmente ser que, para Cristo, eles correspondem aos ‘verdadeiros israelitas, aos pobres de Israel’”.8

Chegou-se a dizer que os documentos de Qumran abalariam os conceitos tradicionais do cristianismo, revelando fatos desconhecidos sobre Jesus e os primeiros cristãos que a Igreja Cristã havia mantido oculto.

Hoje, mais de meio século de pesquisas arqueológicas tem mostrado que não houve qualquer relação entre Jesus e os essênios. Tudo não passou de pura especulação de inúmeros céticos que continuam tentando, de alguma forma, negar ou distorcer a pessoa de Jesus Cristo. Até mesmo a mídia secular cita estudiosos que negam qualquer relação entre Jesus e os essênios: “Para alguns estudiosos, nada disso prova o vínculo entre Jesus e os essênios: não existe nenhum fato ou indício convincente, afirma o doutor em teologia e especialista em Novo Testamento, Archibald Mulford Woodruff, da Universidade Metodista de São Paulo. Há apenas relatos paralelos entre os manuscritos do Mar Morto e o evangelho, o que não chega a configurar uma influência essênia sobre Jesus”.9 Tudo não passou de um engano.

Jesus, o judeu de Nazaré da Galiléia

Quando lemos os relatos bíblicos da vida de Jesus, ficamos convencidos de que sua viagem à Índia, entre os doze e trinta anos, não passam de divagação de homens que querem transtornar o cristianismo, “deformando” a pessoa de Jesus para embasar seus ensinos.

Quando Jesus começou seu ministério, todos o identificaram como alguém de seu meio:

a) Filho do carpinteiro, irmão de Tiago, José, Simão e Judas (Mt 13.55);

b) Carpinteiro, filho de Maria (Mc 6.2);

c) Filho de José (Lc 4.22).

O epíteto “Jesus de Nazaré” ou “Jesus Nazareno” era um identificador de uma de suas principais características. Os apelidos, que funcionavam como sobrenome, geralmente eram dados de acordo com um fator importante que o distinguia de outra pessoa com o mesmo nome. Esse acréscimo ao nome, poderia ser a filiação, como, por exemplo, “Simão Bar Jonas”, isto é, filho de Jonas (Mt 16.17). Poderia ser de função como João, o Batista (Mt 3.1) ou Simão, o curtidor (At 10.6). Poderia ser de qualidade, como “Boanerges”, que significa “Filhos do Trovão”, como no caso de Tiago e João (Mc 3.17). Ou ainda poderia ser de lugares, como José de Arimatéia (Lc 19.38).

No caso de Jesus, todos o identificavam como sendo de Nazaré, pequena cidade da Galiléia. Em nenhuma parte dos evangelhos há qualquer menção, por menor que seja, que relacione Jesus a outra localidade geográfica. Se ele tivesse passado esses dezoito anos em outro lugar, não o teriam identificado com sendo de Nazaré, mas, sim, de outro lugar. E para concluir, Lucas 4.16 diz que ele foi criado em Nazaré.

Os ensinos de Jesus nada têm a ver com os ensinos do hinduísmo e do budismo. Para alguém que supostamente passou toda sua juventude na Índia, isto é estranho:

a) Jesus ensinava a ressurreição, não a reencarnação (Mt 22.29-32; Lc 16.19-31);

b) Jesus dizia que os seres humanos valem mais do que os animais (Mt 6.26);

c) Jesus cria em um único Deus (Mc 12.29-30);

d) Jesus comia carne de animais (Lc 24.40-44);

e) Jesus colocava os judeus como o principal povo (Jo 4.22).

Tudo isto está em explícito contraste com os ensinos do hinduísmo e do budismo.

Portanto, não há quaisquer evidências ou sinais, por menor que sejam, que indiquem que Jesus esteve na Índia. E se os evangelhos não são explícitos sobre o período da vida dele dos doze aos trinta anos, é porque esse período não foi o mais importante de sua vida. Mas homens que rejeitam o verdadeiro Cristo querem fazer o silêncio falar demais. Não se conformam com Jesus tal como Ele é e se apegam a um Jesus que não pode salvar.

Notas:

1 OJesus histórico, Otto Borchert. São Paulo: Sociedade Religiosa Edições Vida Nova, p. 172.
2 Ibid., p. 15.
3 Ibid., p. 72.
4 Os anos obscuros da mocidade de Jesus. Samuel F.M. Costa. Porto Alegre: Chamada da meia-noite, p. 38.
5 Ibid., p. 39.
6 Ibid.
7 Evidência que exige um veredicto. Josh Macdowell. São Paulo: Candeia, p.55.
8 Os Manuscritos do Mar Morto. E.M. Laperroussaz. Círculo do Livro, p. 177.
9 Revista Superinteressante, dez/2002, p.47.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Profecia de Esperança Para Israel e os Cristãos em Cristo Jesus

Portanto, profetiza, ó filho do homem, e dize a Gogue: Assim diz o Senhor DEUS: Porventura não o saberás naquele dia, quando o meu povo Israel habitar em segurança?
Ezequiel 38:14

Virás, pois, do teu lugar, do extremo norte, tu e muitos povos contigo, montados todos a cavalo, grande ajuntamento, e exército poderoso,
Ezequiel 38:15

E subirás contra o meu povo Israel, como uma nuvem, para cobrir a terra. Nos últimos dias sucederá que hei de trazer-te contra a minha terra, para que os gentios me conheçam a mim, quando eu me houver santificado em ti, ó Gogue, diante dos seus olhos.
Ezequiel 38:16

Assim diz o Senhor DEUS: Não és tu aquele de quem eu disse nos dias antigos, por intermédio dos meus servos, os profetas de Israel, os quais naqueles dias profetizaram largos anos, que te traria contra eles?
Ezequiel 38:17

Sucederá, porém, naquele dia, no dia em que vier Gogue contra a terra de Israel, diz o Senhor DEUS, que a minha indignação subirá à minha face
Ezequiel 38:18

Porque disse no meu zelo, no fogo do meu furor, que, certamente, naquele dia haverá grande tremor sobre a terra de Israel;
Ezequiel 38:19

De tal modo que tremerão diante da minha face os peixes do mar, e as aves do céu, e os animais do campo, e todos os répteis que se arrastam sobre a terra, e todos os homens que estão sobre a face da terra; e os montes serão deitados abaixo, e os precipícios se desfarão, e todos os muros desabarão por terra
Ezequiel 38:20

Porque chamarei contra ele a espada sobre todos os meus montes, diz o Senhor DEUS; a espada de cada um se voltará contra seu irmão
Ezequiel 38:21

E contenderei com ele por meio da peste e do sangue; e uma chuva inundante, e grandes pedras de saraiva, fogo, e enxofre farei chover sobre ele, e sobre as suas tropas, e sobre os muitos povos que estiverem com ele
Ezequiel 38:22

Assim eu me engrandecerei e me santificarei, e me darei a conhecer aos olhos de muitas nações; e saberão que eu sou o SENHOR.
Ezequiel 38:23


Eis que vem o dia do SENHOR, em que teus despojos se repartirão no meio de ti
Zacarias 14:1

Porque eu ajuntarei todas as nações para a peleja contra Jerusalém; e a cidade será tomada, e as casas serão saqueadas, e as mulheres forçadas; e metade da cidade sairá para o cativeiro, mas o restante do povo não será extirpado da cidade
Zacarias 14:2

E o SENHOR sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha
Zacarias 14:3

E naquele dia estarão os seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul.
Zacarias 14:4

E fugireis pelo vale dos meus montes, pois o vale dos montes chegará até Azel; e fugireis assim como fugistes de diante do terremoto nos dias de Uzias, rei de Judá. Então virá o SENHOR meu Deus, e todos os santos contigo
Zacarias 14:5

E acontecerá naquele dia, que não haverá preciosa luz, nem espessa escuridão.
Zacarias 14:6

Mas será um dia conhecido do SENHOR; nem dia nem noite será; mas acontecerá que ao cair da tarde haverá luz
Zacarias 14:7

Naquele dia também acontecerá que sairão de Jerusalém águas vivas, metade delas para o mar oriental, e metade delas para o mar ocidental; no verão e no inverno sucederá isto.
Zacarias 14:8

E o SENHOR será rei sobre toda a terra; naquele dia um será o SENHOR, e um será o seu nome
Zacarias 14:9

Toda a terra em redor se tornará em planície, desde Geba até Rimom, ao sul de Jerusalém, e ela será exaltada, e habitada no seu lugar, desde a porta de Benjamim até ao lugar da primeira porta, até à porta da esquina, e desde a torre de Hananeel até aos lagares do rei
Zacarias 14:10

E habitarão nela, e não haverá mais destruição, porque Jerusalém habitará segura
Zacarias 14:11

E esta será a praga com que o SENHOR ferirá a todos os povos que guerrearam contra Jerusalém: a sua carne apodrecerá, estando eles em pé, e lhes apodrecerão os olhos nas suas órbitas, e a língua lhes apodrecerá na sua boca.
Zacarias 14:12




Não Temas meus amados irmãos em Cristo Jesus Nosso Senhor , Ele esta no Controle e Sua Glória Sera Reconhecida em Todas as Nações e Todos Verão que Jesus Cristo é o Senhor Deus sobre Toda Terra


pois esta escrito :


Os Céus e a Terra Passarão , mas as minhas palavras não hão de passar


e também esta escrito


Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos
1 Pedro 1:3

Para uma herança incorruptível, incontaminável, e que não se pode murchar, guardada nos céus para vós
1 Pedro 1:4

Que mediante a fé estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo
1 Pedro 1:5

Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações
1 Pedro 1:6

Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo
1 Pedro 1:7

Ao qual, não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso
1 Pedro 1:8

Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas
1 Pedro 1:9

Da qual salvação inquiriram e trataram diligentemente os profetas que profetizaram da graça que vos foi dada
1 Pedro 1:10

Documentário sobre a História de Israel e do povo judeu.








Publicado em 03/04/2012
Melhor documentário sobre a história da nação judaica, o fiel e incrível cumprimento das profecias sobre este povo, a Grande Tribulação, O Antricristo, Armagedom, a animosidade dos povos muçulmanos islâmicos... Israel e os conflitos no Oriente Médio

Em 1987 as Nações Unidas (ONU) adotou a sua resolução 181, criando o Estado de Israel na Palestina, dando aos judeus apenas 18% do território que sempre lhes pertencera por direito, e os outros 82% foi destinado aos árabes. Isto pode parecer pouco e injusto, mas para os judeus, que sofriam com o antisemitismo em todo mundo, isso era um presente sem par. Mas os árabes (nãos os palestinos em si, mas todas as demais nações árabes) se recusaram e requiseram todo o território palestino para si. Assim se iniciou o conflito árabe no Oriente Médio.
No entanto, a mídia e as grandes nações procuram não desagradar nem contrariar as comunidades árabes porque estes povos dominam o mercado de petróleo mundial.
O cumprimento das profecias para o estabelecimento do Estado de Israel; o antissemitismo, e as profecias a respeito da Segunda Vinda do Messias.

Israel, o relógio profético e a última hora.

POR QUE HITTLER NÃO CONSEGUIU ATINGIR SEUS OBJETIVOS DE EXTERMINAR OS JUDEUS?

HITTLER TENTOU EXTERMINAR O POVO JUDEU, MAS NÃO PÔDE. PESA SOBRE ESSE POVO A PALAVRA PROFÉTICA.

A PROFECIA ROMPE PELA HISTÓRIA ASSIM COMO UM ROLO COMPRESSOR:

"Se falharem estas leis fixas, diz o Senhor, então, também deixará a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre" (Jr 31.35-37)



O PLENO CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS BÍBLICA SOBRE ISRAEL, JERUSALÉM E OS JUDEUS, É A PROVA INCONTESTÁVEL DA EXISTÊNCIA DE DEUS, E DA VERACIDADE BÍBLICA.

sábado, 8 de dezembro de 2012

O SENHOR DEUS


 

I. A EXISTÊNCIA DE DEUS.

A) Argumentos Naturalistas para a Existência de Deus:

1) Cosmológico.
Da palavra grega Kosmos, “mundo”. O universo é um efeito que exige uma causa adequada, e a única causa suficiente é Deus (Sl 19.1).

2) Teleológico
.
Da palavra grega Telos, “fim”. O universo não apenas prova a existência de um Criador, mas indica a existência de uma Planejador (Rm 1.18-20). Há um propósito observável no universo que indica a existência de Deus como seu planejador.

3) Antropológico.
Da palavra grega anthropos, “homem”. Já que o home é um ser moral e intelectual, deve ter um Criador que também seja moral e inteligente (At 17.29). A natureza moral, os instintos religiosos, a consciência e a natureza emocional do homem argumentam em favor da existência de Deus.

4) Ontológico.
Da palavra grega on, “existente, ser”. O homem tem a idéia inerente de um Ser Perfeito. Esta idéia naturalmente inclui o conceito de existência, já que um ser, em tudo mais perfeito, que não existisse, não seria tão perfeito quanto um ser perfeito que existisse. Portanto, visto que a idéia de existência está contida na idéia de um Ser Perfeito, esse Ser Perfeito deve necessariamente existir.

B) Argumentos Bíblicos para a Existência de Deus:Os autores bíblicos tanto presumem quanto defendem a existência de Deus.

II. OS ATRIBUTOS DE DEUS.

A) Definição:
Um atributo é uma propriedade intrínseca ao seu sujeito, pela qual ele pode ser distinguido ou identificado.

B) Classificações: A maioria dos sistemas de classificação dos atributos baseia-se no fato de que alguns deles pertencem exclusivamente a Deus (e.g., infinitude) e outros se encontram, de maneira limitada e num sentido relativo, também no homem (e.g., amor); assim, a terminologia dessas classificações inclui incomunicáveis e comunicáveis; absolutos e relativos; imanentes e transitivos; constitucionais e pessoais.

C) Descrição:
(Atributos absolutos, incomunicáveis ou constitucionais, números de 1 a 9)

1) Simplicidade:A. Significado- Deus é incomplexo, não composto, indivisível.
B. Texto
- Jo 4.24. C. Problema - A Simplicidade de Deus invalida a doutrina da Trindade? Não, porque a simplicidade tem a ver com a essência de Deus, e a Trindade com a Sua subsistência.

2) Unidade:A. Significado - Deus é bom.
B. Texto
- Dt 6.4

3) Infinitude:A. Significado - Deus não tem término ou fim.
B. Texto
- 1Rs 8.27; At 17.24

4) Eternidade:A. Significado - Deus não está sujeito à sucessão do tempo.
B. Texto
- Gn 21.33; Sl 90.2
C. Problema
- Seria o tempo irreal para Deus? Não, Ele reconhece a continuidade dos acontecimentos, mas todos os acontecimentos, passados, presentes e futuros, são igualmente vívido pra Ele.

5) Imutabilidade:A. Significado - Deus é imutável em natureza e prática.
B. Texto
- Tg 1.17
C. Problema
- Será que Deus muda de idéia ou Se arrepende (Gn 6.6), como parece acontecer de nossa perspectiva; ou seria isto uma expressão do decreto permissivo de Deus? Ou uma maneira antropomórfica de descrever aparentes mudanças no curso dos acontecimentos?

6) Onipresença:A. Significado - Deus está em todo lugar (não em todas as coisas, que é panteísmo).
B. Texto
- Sl 139.7-12

7) Soberania:A. Significado - Deus é o governante supremo do universo.
B. Texto
- Ef 1

8) Onisciência:A. Significado - Deus conhece todas as coisas, reais e possíveis.
B. Texto
- Mt 11.21

9) Onipotência:A. Significado - Deus possui todo poder.
B. Texto
- Ap 19.6 (Atributos relativos, comunicáveis ou pessoais, Nm 10 a 14).

10) Justiça:A. Significado - Equidade moral, imparcialidade no trato com Suas criaturas.
B. Texto -
At 17.31

11) Amor:A. Significado - A busca divina do bem maior das criaturas na manifestação de Sua vontade. B. Texto - Ef 2.4,5

12) Verdade:A. Significado - Concordância e coerência com tudo que é representado pelo próprio Deus.
B. Texto
- Jo 14.6

13) Liberdade:A. Significado - Independência divina de Sua criaturas.
B. Texto
- Is 40.13,14

14) Santidade:A. Significado - Retidão moral.
B. Texto
- 1Jo 1.5

III. OS NOMES DE DEUS

A. Nomes Primários do Antigo Testamento

1) Javé (Yahweh):
A. Significado - O Auto-Existente (de Ex 3.14, “Eu Sou o Que Sou”).
B. Características
- É o nome do relacionamento entre o verdadeiro Deus e Seu povo, e, quando usado, enfatiza a santidade de Deus, o Seu ódio pelo pecado e amor aos pecadores.

2) Elohim:A. Significado - O Forte.
B. Características
- É uma palavra usada para o verdadeiro Deus e deuses pagãos. É um substantivo plural, o chamado plural majestático. O plural permite a revelação subseqüente da Trindade no N.T., mas não ensina a Trindade propriamente dita.

3) Adonai:A. Significado - Senhor, Mestre.
B. Características
- Usado para homens de Deus, e indica o relacionamento senhor-servo,

B) Nomes Compostos do Antigo Testamento.

1) com El:

A. El Elyon
- traduzido por Altíssimo (Is 14.13,14).
B. El Roi - O Forte que Vê (Gn 16.13).
C. El Shaddai - Deus Todo-Poderoso (Gn 17.1-20).
D. El Olam - O Eterno Deus (Is 40.28).

2) com Javé:

A. Javé Jireh
- O Senhor Proverá (Gn 22.13,14).
B. Javé Nissi - O senhor é minha bandeira (Ex 17.15).
C. Javé Shalom - O Senhor é paz (Jz 6.24).
D. Javé Sabbaoth - O Senhor dos Exércitos (1Sm 1.3).
E. Javé Maccadeshkem - O Senhor que te santifica (Ex 31.13).
F. Javé Raah - O Senhor é o meu Pastor (Sl 23.1).
G. Javé Tsidkenu - O Senhor justiça nossa (Jr 23.6).
H. Javé El Gmolah - O Senhor Deus da recompensa (Jr 51.56).
I. Javé Nakeh - O Senhor que fere (Ez 7.9).
J. Javé Shammah - O Senhor que está presente (Ez 48.35)

IV. O DECRETO DE DEUS

A) Definição:
“O decreto de Deus é o Seu eterno propósito, segundo o conselho de sua própria vontade, pelo qual, para Sua própria glória, Ele preordenou tudo que acontece.”

B) Termos Relacionados:-Onisciência - Conhecimento de todas as coisas, reais ou possíveis.
-Presciência - Conhecimento prévio de todas as coisas incluídas no curso real dos eventos.
-Predestinação - A determinação prévia do destino dos eleitos.
-Retribuição - Punição merecida aos ímpios.
-Eleição - A escolha de um povo por Deus para Si mesmo.
-Preterição - A omissão dos não-eleitos.

C) A Natureza do Decreto:
Há apenas um decreto, que envolve tudo, embora no desenrolar dos acontecimentos haja seqüência constante. Há, também, uma distinção conveniente entre decretos permissivos e diretivo.
O Decreto é todo-abrangente (Ef 1.11), embora Deus não tenha o mesmo relacionamento com todas as coisas nele contidas.
Nem todos os desejos de Deus estão necessariamente incorporados ao decreto.
Tudo que Deus decretou tem como fim último a Sua glória.
O mal não se torna bem simplesmente pelo fato de o pecado ter sido incluído como parte do propósito de Deus.

D) Objeções ao Decreto:Não é coerente com a liberdade humana. (Todavia, todos os meios, como oração e testemunho, por exemplo, são parte do plano de Deus.)
O decreto torna Deus autor do pecado. (Embora Deus tenha incluído o pecado em Seu plano, Ele nunca é responsável pela prática do pecado.)
A doutrina do decreto é equivalente ao fatalismo. (O fatalismo enfatiza apenas os fins e faz do acaso, não de Deus, o poder governante.)

V. A TRINDADE

A) Definição:

Há apenas um Deus, mas, na unidade da Divindade, há três pessoas eternas e iguais entre si, idênticas em substância mas distinta em existência (ou subsistência).

B) Prova:
Indícios no Antigo Testamento (A.T.):

- O A.T. não revela a Trindade mas dá lugar e indícios para uma revelação posterior.
A. Passagens que usam a palavra plural Elohim e pronomes plurais para se referirem a Deus (Gn 1.1,26; Is 6.8).
B. Passagens que falam do Anjo do Senhor (Gn 22.11, 15-16).

Confirmação no Novo Testamento (N.T.):
- No N.T. há revelação clara de que o Pai, Filho e Espírito são Deus; assim, uma Triunidade ou Trindade (nenhuma das duas palavras está na Bíblia).
A. O Pai é Deus (Jo 6.27; Ef 4.6).
B. Jesus Cristo é Deus (Hb 1.8).
C. O Espírito é Deus (At 5.3,4).
D. As três pessoas são igualmente associadas e apresentadas como um só ser (Mt 28.19, “nome”; 2Co 13.13).

VI. O PAI

A) Os relacionamentos do Pai:
Pai de toda a criação (At 17.29)
Pai da nação de Israel (Ex 4.22)
Pai do Senhor Jesus Cristo (Mt 3.17)
Pai dos crentes em Cristo (Gl 3.26)

B) As obras Especificas do Pai:Autor do decreto (Sl 2.7-9)
Autor da eleição (Ef 1.3-6)
Comissionador e Enviador do Filho (Jo 3.16)
Disciplinador de Seus filhos (Hb 12.9)
Extraído de “A Bíblia Anotada”

BÍBLIA: INSPIRADA POR DEUS


 

Esta palavra deriva-se de in spiro, "soprar para dentro, insuflar", aplicando-se na Escritura não só a Deus, como Autor da inteligência do homem (Jó 32.8), mas também à própria Escritura, como "inspirada por Deus" (2Tm 3.16). Nesta última passagem claramente se acha designada uma certa ação de Deus, com o fim de transmitir ao homem os Seus pensamentos. Ainda que se fale primeiramente de inspiração no Antigo Testamento, pode o termo retamente aplicar-se ao Novo Testamento, como sendo este livro considerado também como Escritura. A palavra, significando "sopro de Deus", indica aquela primária e fundamental qualidade que dá à Escritura o seu caráter de autoridade sobre a vida espiritual, e torna as suas lições proveitosas nos vários aspectos da necessidade humana.

 O que é a inspiração, pode melhor inferir-se da própria reivindicação da Escritura. Os profetas do

Antigo Testamento afirmam falar segundo a mensagem que Deus lhes deu. O Novo Testamento requer para o Antigo Testamento esta qualidade de autoridade divina. De harmonia com isto, fala-se em toda parte da Escritura, como sendo a "Palavra de Deus". Tais designações como "as Escrituras" e "os oráculos de Deus" (Rm 3.2). havendo também frases como estas - "esta escrito" - claramente mostram a sua proveniência divina. Além disso, são atribuídas as palavras da Escritura a Deus como seu Autor (Mt 1.22; At 13.34), ou ao Espírito Santo (At 1.16; Hb 3.7); e a respeito dos escritores se diz que eles falavam pelo Espírito Santo (Mt 2.15). E deste modo as própria palavras da Escritura são considerada de autoridade divina (Jo 10.34,35; Gl 34.16), e as suas doutrinas são designadas para a direção espiritual e temporal da humanidade em todos os tempos (Rm 15.4; 2Tm 3.16). O apóstolo Paulo reclama para as suas palavras uma autoridade igual à do Antigo Testamento como vindas de Deus; e semelhante coloca a sua mensagem ao nível das mais antigas Escrituras.

  A garantia de ter esta doutrina da Sagrada Escrituras autoridade divina está no ensinamento a respeito do ES, que foi prometido aos discípulos de Cristo como seu Mestre e Guia (Jo 14.26; 16.13).
É melhor usar o termo "revelação" quando se tratar, propriamente, da matéria da mensagem, e a palavra "inspiração" quando quisermos falar do método pelo qual foi revelada a mensagem. Por inspiração da Escritura nós compreendemos a comunicação da verdade divina, que de certo modo é única em grau e qualidade. Como os apóstolos eram inspirados para ensinar de viva voz, não podemos pensar que não tivessem sido inspirados quando tinham de escrever. Por conseqüência, podemos considerar a inspiração como especial dom do Espírito Santo, pelo qual os profetas do
Antigo Testamento, e os apóstolos e seus companheiros no Novo Testamento, transmitiram a revelação de Deus, como eles a receberam.
É claro o fato de uma única inspiração das Escrituras. Mas até onde se estende esta inspiração? Revelação é a manifestação dos pensamentos de Deus para a direção da vida do homem. Se a vontade divina tem de ser conhecida, e transmitida às gerações, deve ser corporificada em palavras; e para se estar certo dos pensamentos, é preciso que estejamos certos das palavras. A inspiração deve, portanto, estender-se à linguagem.
Em 2Pe 1.21, os homens, e em 2Tm 3.16, a Escritura, diz-se serem inspirados; na verdade, não poderíamos ficar satisfeitos, considerando inspirados os homens, e não os seus escritos, porque a inspiração pessoal deve, necessariamente, exprimir-se pela escrita, se é certo que tem de perpetuar-se. A vida estender-se por toda parte do corpo, e não podemos realmente fazer distinção entre o espírito e a forma, entre a substância e o molde.
Todavia, a expressão "inspiração verbal" precisa ser cuidadosamente determinada contra qualquer noção errônea. A possibilidade de haver má compreensão faz que muitos cristãos prefiram a frase "inspiração plenária". A inspiração verbal não significa um ditado mecânico, como se os escritores fossem instrumentos meramente passivos: ditar não é inspirar. A inspiração verbal estabelece até que ponto vai a inspiração, estendendo-se tanto à forma como à substância. Diz-nos o "que é", e não "como é", não nos sendo explicado o método da operação do Espírito Santo, mas somente nos é dado conhecer o resultado. Deus fez uso das características natural de cada escritor, e por um ato especial do Espírito Santo, habilitou-os a comunicar ao homem, por meio da escrita, a Sua divina vontade. Observa-se esta associação do divino e do humano nas passagens como estas: Mt 1.22; 2.15; At 1.16; 3.18; 4.25. A operação do Espírito Santo junta-se com a atividade mental do escritor, operando por meio dele e guiando-o. Ainda que não saibamos explicar o modo de tal operação, conhecemos os seus resultados. Certamente esta maneira de ver a respeito da inspiração refere-se somente aos escritos, como eles saíram das mãos dos escritores originais. Os manuscritos originais não foram preservados e por isso precisamos do auxílio de um minucioso criticismo textual de tal maneira que possamos aproximar-nos tanto quanto possível do tempo e das circunstância dos autógrafos.

Esta maneira de compreender a inspiração pode ser justificada pelas seguintes considerações:
a) O uso atual da Bíblia, na vida e obra da Igreja cristã, sendo acentuada a sua autoridade no ensinamento verbal.
b) Uma ponderada e sábia exegese em todos os tempos mas especialmente em nossos dias.
c) O recurso à Bíblia em todos os assuntos de controvérsia.
d) A crença sobre este ponto nos tempos apostólicos e sub-apostólicos.
e) O uso do
Antigo Testamento pelos escritores do Novo Testamento, notando-se 284 citações, e frases como "está escrito".
f) Jesus Cristo acha apoio no
Novo Testamento para suas considerações, como em Jo 10.30-36.
g) Os profetas e os apóstolos consideravam-se homens inspirados (2Sm 23.2; Jr 36.4-8; 1Co 2.13; 14.37).

É impossível limitar a inspiração à doutrina, e considerar a história como sujeita a circunstâncias comuns, pois que doutrina e história estão unidas de tal modo que não podem separar-se. A própria revelação de Cristo é a de uma pessoa histórica, sendo inseparável os fatos e as doutrinas que lhe dizem respeito. E diz o Novo Testamento que a história do
Antigo Testamento é inspirada e escrita pra nossa instrução (Rm 4.23,24; 15.4; 1Co 10.6,11).
Sendo a Bíblia uma autoridade para nós, assim a devemos considerar, seja qual tenha sido o método da inspiração: porquanto o valor da autoridade realmente independente de todas as particularidades sobre o modo como foi inspirada. É auxiliado o estudo da inspiração pela analogia entre o Verbo encarnado e a Palavra escrita: ambos são divinos, e também são humanos, embora, em cada caso, é impossível dizer onde termina o divino e começa o humano. Ambos os elementos ali estão, reais e inseparáveis, de maneira que, quer se trate de Cristo ou da Bíblia, podemos dizer que tudo é perfeitamente humano e tudo é absolutamente divino.


Fonte: Dicionário Bíblico Universal - p. 198

O SENHOR JESUS CRISTO


 
I. SUA EXISTÊNCIA

A) Provada pelo Antigo Testamento:
(Mq 5.2; Is 9:6 “Pai da Eternidade”)

B) Provada pelo Novo Testamento: 1) João 1.1, em comparação com o versículo 14.
2) Jo 8.58 “Antes que Abraão existisse, eu sou (i.e., Já existia)”

C) Provadas por Obras: Certas obras atribuídas a Cristo exigem Sua preexistência (e.g., criação, Cl 1.16)

D) Provada por Aparições: As aparições do Anjo do Senhor (Ex 3.2,4)

E) Provada pelos Seus Nomes: 1) Logos
2) Filho de Deus
3) Javé

II. SUA ENCARNAÇÃO

A) Significa:
Estar em carne.

B) Seu Meio: O nascimento virginal.
1) Predito (Is 7.14)
2) Provado - O pronome feminino empregado em Mt 1.16 indica que o nascimento de Jesus veio por Maria apenas, sem participação de José.

C) Suas Razões: 1) Revelar Deus aos homens (Jo 1.18)
2) Prover um exemplo de vida (1Pe 2.21).
3) Prover um sacrifício pelo pecado (Hb 10.1-10).
4) Destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
5) Ser um sumo sacerdote misericordioso (Hb 5.1,2).
6) Cumprir a aliança davídica (Lc 1.31-33).
7) Ser sobremaneira exaltado (Fp 2.9).

D) A Pessoa: A Pessoa do Cristo encarnado incluía:
1) Divindade plenamente mantida.
2) Perfeita humanidade.
3) União numa única Pessoa para sempre.

III. SUA HUMANIDADE

A) Ele Possuía um Corpo Humano:
1) Nascido de mulher (Gl 4.4).
2) Sujeito a crescimento (Lc 2.52).
3) Visto e tocado por homens (1Jo 1.1; Mt 26.12).
4) Sem pecado (Hb 4.15).

B) Ele Possuía Alma e Espírito Humanos: Mt 26.38; Lc 23.46

C) Ele Foi sujeito às Limitações da Humanidade: 1) Ele sentiu fome (Mt 4.2).
2) Ele sentiu sede (Jo 19.28).
3) Ele se cansou (Jo 4.6).
4) Ele chorou (Jo 11.35).
5) Ele foi tentado (Hb 4.15).

D) Ele Recebeu Nomes Humanos: 1) Filho do Homem (Lc 19.10).
2) Jesus (Mt 1.21).
3) Filho de Davi (Mc 10.47).
4) Homem (Is 53.3; 1Tm 2.5)

E) Ele foi Capaz de Morrer.

IV. SUA DIVINDADE

A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Deus (Hb 1.8).
2) Filho de Deus (Mt 16.16; 26.61-64).
3) Senhor (Mt 22.43-45).
4) Rei dos Reis e Senhor dos Senhores (Ap 19.16).

B) Provada por Suas Características: 1) Onipotência (Mt 28.18).
2) Onisciência (Jo 1.48).
3) Onipresença (Mt 18.20).
4) Vida (Jo 1.4; 5.26);
5) Verdade (Jo 14.6).
6) Imutabilidade (Hb 13.8)

C) Provada por Suas Obras: 1) Criação (Jo 1.3).
2) Sustentação (Cl 1.17).
3) Perdão de pecados (Lc 7.48).
4) Ressurreição dos mortos (Jo 5.25).
5) Julgamento (Jo 5.27).
6) Envio do Espírito Santo (Jo 15.26).

D) Provada pela Adoração Oferecida a Ele: 1) Por Anjos (Hb 1.6).
2) Por homens ( Mt 14.33).
3) Por todos (Fp 2.10).

E) Provada por Igualdade na Trindade: 1) Com o Pai (Jo 14.23; 10.30).
2) Com o Pai e o Espírito (Mt 28.19; 2Co 13.13).

V. SUA VIDA TERRENA

A) Sua Preparação:
1) Nascimento.
2) Infância, pré-adolescência e crescimento até a maturidade.
3) Batismo.
4) Tentação.

B) Sua Pregação: 1) Ministério inicial na Judéia (Jo 2.13 - 4.3).
2) Ministério na Galiléia (Mc 1.14 - 9.50).
3) Ministério da Peréia (Lc 9.51 - 19.28)

C) Sua Paixão: 1) A última semana em Jerusalém (lc 19.29 - 22.46)
2)Traição e prisão (Jo 18.2-13).
3) Julgamento perante Anás (Jo 18.12-24).
4) Julgamento perante Caifás (Mc 14.53 - 15.1).
5) Julgamento perante Pilatos (Mc 15.1-5).
6) Julgamento perante Herodes (Lc 23.8-12).
7) Segundo Julgamento perante Pilatos ( Mc 15.6-15).
8) Crucificação.
9) Sepultamento.
10) Ressurreição.

D) Seu Ministério Pós-Ressurreição e Sua Ascensão.

VI. A KENOSIS

A) Significado:

Lit., esvaziamento. Em outras palavras, quais foram as limitações do Cristo encarnado sobre a terra?

B) Texto:
Fp 2.7, “a si mesmo se esvaziou”.

C) A Verdadeira Doutrina da Kenosis: Envolve:
1) O encobrimento de sua glória pré-encarnada.
2) Sua condescendência em assumir a semelhança de carne pecaminosa durante a encarnação.
3) O não-uso voluntário de alguns de Seus atributos durante Sua vida terrena.

D) Teoria Falsa da Kenosis: Cristo abriu mão (perdeu) de certos atributos durante Sua vida terrena. Se isso tivesse acontecido, Ele teria deixado de ser Deus durante aquele período.

VII. SUA IMPECABILIDADE

A) Significado:

Cristo era incapaz de pecar. Isso não significa que Cristo era apenas capaz de não pecar.

B) Objeção: Se Cristo era incapaz de pecar, não poderia ter sido genuinamente tentado e, portanto, não poderia ser um sumo sacerdote compassivo (Hb 4.15).

C) Resposta: A realidade da tentação não está na natureza moral da pessoa tentada e nem depende dela, e a possibilidade de compaixão não depende de uma correspondência específica entre os problemas enfrentados.

D) Resultados: 1) A tentação provou a impecabilidade de Cristo.
2) A tentação O capacitou a ser um sumo sacerdote misericordioso.

VIII. SUA MORTE

A) Seu destaque:
1) No Antigo Testamento ela é como um fio escarlate percorrendo a história, como o próprio Cristo demonstrou (Lc 24.27,44).
2) No Novo Testamento ela é mencionada pelo menos 175 vezes.
3) É o propósito máximo da encarnação de Cristo (Mt 20.28; Hb 2.14). 4) É o coração do próprio evangelho ( 1Co 15.1-3).

B) Sua descrição: 1) Um resgate - A morte de Cristo pagou o preço da penalidade pelo pecado (Mt 20.28; 1Tm 2.6).
2) Uma reconciliação - A posição do mundo em relação a Deus foi modificada pela morte de Cristo, de tal modo que todos os homens agora podem ser salvos (2Co 5.18,19).
3) Uma propiciação - A justiça de Deus foi satisfeita com a morte de Cristo (1Jo 2.2).
4) Uma substituição - Cristo morreu no lugar dos pecadores (2Co 5.21).
5) Uma prova do amor de Deus - (Rm 5.8)

IX. SUA RESSURREIÇÃO

A) O fato da Ressurreição:
1) O túmulo vazio.
2) As aparições:
A. A Maria Madalena (Jo 20.11-17).
B. Às outras mulheres ( Mt 28.9,10).
C. A Pedro (1Co 15.5).
D. Aos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13-35).
E. Aos dez discípulos (Lc 24.36-43).
F. Aos onze discípulos (Jo 20.26-29).
G. A sete discípulos junto ao mar da Galiléia (Jo 21.1-23).
H. A mais de 500 pessoas ( 1Co 15.6).
I. Aos onze em Sua ascensão (Mt 28.16-20).
J. A Paulo (1Co 15.8).
3) A existência da Igreja.
4) A mudança operada nos discípulos.
5) O dia de Pentecostes.
6) A mudança do dia de culto para o domingo.

B) A Natureza de Seu Corpo Ressurreto: 1) Era um corpo real (Jo 20.20).
2) Foi identificado com aquele que fora colocado no túmulo (Jo 20.25-29).
3) Foi transformado de modo a nunca mais ser sujeito à morte e a limitações (Rm 6.9).

C) O Significado da Ressurreição: 1) Para Cristo:
A. Provou que Ele era o Filho de Deus (Rm 1.4).
B. Confirmou a verdade de tudo que Ele dissera (Mt 28.6).
2) Para todos os homens:
A. Torna certa a ressurreição de todos (1Co 15.20-22).
B. Garante a certeza do juízo vindouro (At 17.31).
3) Para os Crentes:
A. Dá certeza de aceitação perante Deus (Rm 4.25).
B. Supre poder para o serviço cristão (Ef 1.19-22).
C. Garante a ressurreição do crente (2Co 4.14).
D. Designa Cristo como cabeça da Igreja (Ef 1.19-22).
E. Garante-nos um Sumo Sacerdote misericordioso no céu (Hb 4.14-16).

X. SUA ASCENSÃO

A) Características:
At 1.9-11

B) Significado: 1) Fim do período de limitação a que Cristo se sujeitou.
2) Exaltação (Ef 1.20-23).
3) Precursor (Hb 6.20).
4) Início de Seu ministério sumo sacerdotal (Hb 4.14-16).
5) Preparação de um lugar para Seu povo (Jo 14.2).
6) Senhorio sobre a Igreja (Cl 1.18)

XI. SEU MINISTÉRIO ATUAL
O atual ministério de Cristo no céu é todo relacionado, direta ou indiretamente, à Sua função de mediador, e é revelado por sete ilustrações.

A) O Último Adão e a Nova Criação: (1Co 15.45; 2Co 5.17)
Significado: Cristo como o Doador da vida.

B) Cristo, o Cabeça e a Igreja, Seu Corpo: Significado: Direção, sustento, concessão de dons espirituais.

C) Pastor e Ovelhas: (Jo 10)
Significado: Direção e cuidado.

D) Videira e Ramos: (Jo 15)
Significado: Produção de fruto espiritual.

E) Pedra Angular e Pedras do Edifício: (1Co 3.11; 1Pe 2.4-8)
Significado: Vida, segurança.

F) Sumo Sacerdote e Sacerdócio Real: (1Pe 2.5-9)
Significado: Sacrifício e intercessão.

G) Noivo e Noiva: (Ef 5.25-27)
Significado: Prontidão.
Extraído de: “A Bíblia Anotada”