sábado, 8 de dezembro de 2012

BÍBLIA: INSPIRADA POR DEUS


 

Esta palavra deriva-se de in spiro, "soprar para dentro, insuflar", aplicando-se na Escritura não só a Deus, como Autor da inteligência do homem (Jó 32.8), mas também à própria Escritura, como "inspirada por Deus" (2Tm 3.16). Nesta última passagem claramente se acha designada uma certa ação de Deus, com o fim de transmitir ao homem os Seus pensamentos. Ainda que se fale primeiramente de inspiração no Antigo Testamento, pode o termo retamente aplicar-se ao Novo Testamento, como sendo este livro considerado também como Escritura. A palavra, significando "sopro de Deus", indica aquela primária e fundamental qualidade que dá à Escritura o seu caráter de autoridade sobre a vida espiritual, e torna as suas lições proveitosas nos vários aspectos da necessidade humana.

 O que é a inspiração, pode melhor inferir-se da própria reivindicação da Escritura. Os profetas do

Antigo Testamento afirmam falar segundo a mensagem que Deus lhes deu. O Novo Testamento requer para o Antigo Testamento esta qualidade de autoridade divina. De harmonia com isto, fala-se em toda parte da Escritura, como sendo a "Palavra de Deus". Tais designações como "as Escrituras" e "os oráculos de Deus" (Rm 3.2). havendo também frases como estas - "esta escrito" - claramente mostram a sua proveniência divina. Além disso, são atribuídas as palavras da Escritura a Deus como seu Autor (Mt 1.22; At 13.34), ou ao Espírito Santo (At 1.16; Hb 3.7); e a respeito dos escritores se diz que eles falavam pelo Espírito Santo (Mt 2.15). E deste modo as própria palavras da Escritura são considerada de autoridade divina (Jo 10.34,35; Gl 34.16), e as suas doutrinas são designadas para a direção espiritual e temporal da humanidade em todos os tempos (Rm 15.4; 2Tm 3.16). O apóstolo Paulo reclama para as suas palavras uma autoridade igual à do Antigo Testamento como vindas de Deus; e semelhante coloca a sua mensagem ao nível das mais antigas Escrituras.

  A garantia de ter esta doutrina da Sagrada Escrituras autoridade divina está no ensinamento a respeito do ES, que foi prometido aos discípulos de Cristo como seu Mestre e Guia (Jo 14.26; 16.13).
É melhor usar o termo "revelação" quando se tratar, propriamente, da matéria da mensagem, e a palavra "inspiração" quando quisermos falar do método pelo qual foi revelada a mensagem. Por inspiração da Escritura nós compreendemos a comunicação da verdade divina, que de certo modo é única em grau e qualidade. Como os apóstolos eram inspirados para ensinar de viva voz, não podemos pensar que não tivessem sido inspirados quando tinham de escrever. Por conseqüência, podemos considerar a inspiração como especial dom do Espírito Santo, pelo qual os profetas do
Antigo Testamento, e os apóstolos e seus companheiros no Novo Testamento, transmitiram a revelação de Deus, como eles a receberam.
É claro o fato de uma única inspiração das Escrituras. Mas até onde se estende esta inspiração? Revelação é a manifestação dos pensamentos de Deus para a direção da vida do homem. Se a vontade divina tem de ser conhecida, e transmitida às gerações, deve ser corporificada em palavras; e para se estar certo dos pensamentos, é preciso que estejamos certos das palavras. A inspiração deve, portanto, estender-se à linguagem.
Em 2Pe 1.21, os homens, e em 2Tm 3.16, a Escritura, diz-se serem inspirados; na verdade, não poderíamos ficar satisfeitos, considerando inspirados os homens, e não os seus escritos, porque a inspiração pessoal deve, necessariamente, exprimir-se pela escrita, se é certo que tem de perpetuar-se. A vida estender-se por toda parte do corpo, e não podemos realmente fazer distinção entre o espírito e a forma, entre a substância e o molde.
Todavia, a expressão "inspiração verbal" precisa ser cuidadosamente determinada contra qualquer noção errônea. A possibilidade de haver má compreensão faz que muitos cristãos prefiram a frase "inspiração plenária". A inspiração verbal não significa um ditado mecânico, como se os escritores fossem instrumentos meramente passivos: ditar não é inspirar. A inspiração verbal estabelece até que ponto vai a inspiração, estendendo-se tanto à forma como à substância. Diz-nos o "que é", e não "como é", não nos sendo explicado o método da operação do Espírito Santo, mas somente nos é dado conhecer o resultado. Deus fez uso das características natural de cada escritor, e por um ato especial do Espírito Santo, habilitou-os a comunicar ao homem, por meio da escrita, a Sua divina vontade. Observa-se esta associação do divino e do humano nas passagens como estas: Mt 1.22; 2.15; At 1.16; 3.18; 4.25. A operação do Espírito Santo junta-se com a atividade mental do escritor, operando por meio dele e guiando-o. Ainda que não saibamos explicar o modo de tal operação, conhecemos os seus resultados. Certamente esta maneira de ver a respeito da inspiração refere-se somente aos escritos, como eles saíram das mãos dos escritores originais. Os manuscritos originais não foram preservados e por isso precisamos do auxílio de um minucioso criticismo textual de tal maneira que possamos aproximar-nos tanto quanto possível do tempo e das circunstância dos autógrafos.

Esta maneira de compreender a inspiração pode ser justificada pelas seguintes considerações:
a) O uso atual da Bíblia, na vida e obra da Igreja cristã, sendo acentuada a sua autoridade no ensinamento verbal.
b) Uma ponderada e sábia exegese em todos os tempos mas especialmente em nossos dias.
c) O recurso à Bíblia em todos os assuntos de controvérsia.
d) A crença sobre este ponto nos tempos apostólicos e sub-apostólicos.
e) O uso do
Antigo Testamento pelos escritores do Novo Testamento, notando-se 284 citações, e frases como "está escrito".
f) Jesus Cristo acha apoio no
Novo Testamento para suas considerações, como em Jo 10.30-36.
g) Os profetas e os apóstolos consideravam-se homens inspirados (2Sm 23.2; Jr 36.4-8; 1Co 2.13; 14.37).

É impossível limitar a inspiração à doutrina, e considerar a história como sujeita a circunstâncias comuns, pois que doutrina e história estão unidas de tal modo que não podem separar-se. A própria revelação de Cristo é a de uma pessoa histórica, sendo inseparável os fatos e as doutrinas que lhe dizem respeito. E diz o Novo Testamento que a história do
Antigo Testamento é inspirada e escrita pra nossa instrução (Rm 4.23,24; 15.4; 1Co 10.6,11).
Sendo a Bíblia uma autoridade para nós, assim a devemos considerar, seja qual tenha sido o método da inspiração: porquanto o valor da autoridade realmente independente de todas as particularidades sobre o modo como foi inspirada. É auxiliado o estudo da inspiração pela analogia entre o Verbo encarnado e a Palavra escrita: ambos são divinos, e também são humanos, embora, em cada caso, é impossível dizer onde termina o divino e começa o humano. Ambos os elementos ali estão, reais e inseparáveis, de maneira que, quer se trate de Cristo ou da Bíblia, podemos dizer que tudo é perfeitamente humano e tudo é absolutamente divino.


Fonte: Dicionário Bíblico Universal - p. 198

O SENHOR JESUS CRISTO


 
I. SUA EXISTÊNCIA

A) Provada pelo Antigo Testamento:
(Mq 5.2; Is 9:6 “Pai da Eternidade”)

B) Provada pelo Novo Testamento: 1) João 1.1, em comparação com o versículo 14.
2) Jo 8.58 “Antes que Abraão existisse, eu sou (i.e., Já existia)”

C) Provadas por Obras: Certas obras atribuídas a Cristo exigem Sua preexistência (e.g., criação, Cl 1.16)

D) Provada por Aparições: As aparições do Anjo do Senhor (Ex 3.2,4)

E) Provada pelos Seus Nomes: 1) Logos
2) Filho de Deus
3) Javé

II. SUA ENCARNAÇÃO

A) Significa:
Estar em carne.

B) Seu Meio: O nascimento virginal.
1) Predito (Is 7.14)
2) Provado - O pronome feminino empregado em Mt 1.16 indica que o nascimento de Jesus veio por Maria apenas, sem participação de José.

C) Suas Razões: 1) Revelar Deus aos homens (Jo 1.18)
2) Prover um exemplo de vida (1Pe 2.21).
3) Prover um sacrifício pelo pecado (Hb 10.1-10).
4) Destruir as obras do diabo (1Jo 3.8).
5) Ser um sumo sacerdote misericordioso (Hb 5.1,2).
6) Cumprir a aliança davídica (Lc 1.31-33).
7) Ser sobremaneira exaltado (Fp 2.9).

D) A Pessoa: A Pessoa do Cristo encarnado incluía:
1) Divindade plenamente mantida.
2) Perfeita humanidade.
3) União numa única Pessoa para sempre.

III. SUA HUMANIDADE

A) Ele Possuía um Corpo Humano:
1) Nascido de mulher (Gl 4.4).
2) Sujeito a crescimento (Lc 2.52).
3) Visto e tocado por homens (1Jo 1.1; Mt 26.12).
4) Sem pecado (Hb 4.15).

B) Ele Possuía Alma e Espírito Humanos: Mt 26.38; Lc 23.46

C) Ele Foi sujeito às Limitações da Humanidade: 1) Ele sentiu fome (Mt 4.2).
2) Ele sentiu sede (Jo 19.28).
3) Ele se cansou (Jo 4.6).
4) Ele chorou (Jo 11.35).
5) Ele foi tentado (Hb 4.15).

D) Ele Recebeu Nomes Humanos: 1) Filho do Homem (Lc 19.10).
2) Jesus (Mt 1.21).
3) Filho de Davi (Mc 10.47).
4) Homem (Is 53.3; 1Tm 2.5)

E) Ele foi Capaz de Morrer.

IV. SUA DIVINDADE

A) Provada pelos Seus Nomes:
1) Deus (Hb 1.8).
2) Filho de Deus (Mt 16.16; 26.61-64).
3) Senhor (Mt 22.43-45).
4) Rei dos Reis e Senhor dos Senhores (Ap 19.16).

B) Provada por Suas Características: 1) Onipotência (Mt 28.18).
2) Onisciência (Jo 1.48).
3) Onipresença (Mt 18.20).
4) Vida (Jo 1.4; 5.26);
5) Verdade (Jo 14.6).
6) Imutabilidade (Hb 13.8)

C) Provada por Suas Obras: 1) Criação (Jo 1.3).
2) Sustentação (Cl 1.17).
3) Perdão de pecados (Lc 7.48).
4) Ressurreição dos mortos (Jo 5.25).
5) Julgamento (Jo 5.27).
6) Envio do Espírito Santo (Jo 15.26).

D) Provada pela Adoração Oferecida a Ele: 1) Por Anjos (Hb 1.6).
2) Por homens ( Mt 14.33).
3) Por todos (Fp 2.10).

E) Provada por Igualdade na Trindade: 1) Com o Pai (Jo 14.23; 10.30).
2) Com o Pai e o Espírito (Mt 28.19; 2Co 13.13).

V. SUA VIDA TERRENA

A) Sua Preparação:
1) Nascimento.
2) Infância, pré-adolescência e crescimento até a maturidade.
3) Batismo.
4) Tentação.

B) Sua Pregação: 1) Ministério inicial na Judéia (Jo 2.13 - 4.3).
2) Ministério na Galiléia (Mc 1.14 - 9.50).
3) Ministério da Peréia (Lc 9.51 - 19.28)

C) Sua Paixão: 1) A última semana em Jerusalém (lc 19.29 - 22.46)
2)Traição e prisão (Jo 18.2-13).
3) Julgamento perante Anás (Jo 18.12-24).
4) Julgamento perante Caifás (Mc 14.53 - 15.1).
5) Julgamento perante Pilatos (Mc 15.1-5).
6) Julgamento perante Herodes (Lc 23.8-12).
7) Segundo Julgamento perante Pilatos ( Mc 15.6-15).
8) Crucificação.
9) Sepultamento.
10) Ressurreição.

D) Seu Ministério Pós-Ressurreição e Sua Ascensão.

VI. A KENOSIS

A) Significado:

Lit., esvaziamento. Em outras palavras, quais foram as limitações do Cristo encarnado sobre a terra?

B) Texto:
Fp 2.7, “a si mesmo se esvaziou”.

C) A Verdadeira Doutrina da Kenosis: Envolve:
1) O encobrimento de sua glória pré-encarnada.
2) Sua condescendência em assumir a semelhança de carne pecaminosa durante a encarnação.
3) O não-uso voluntário de alguns de Seus atributos durante Sua vida terrena.

D) Teoria Falsa da Kenosis: Cristo abriu mão (perdeu) de certos atributos durante Sua vida terrena. Se isso tivesse acontecido, Ele teria deixado de ser Deus durante aquele período.

VII. SUA IMPECABILIDADE

A) Significado:

Cristo era incapaz de pecar. Isso não significa que Cristo era apenas capaz de não pecar.

B) Objeção: Se Cristo era incapaz de pecar, não poderia ter sido genuinamente tentado e, portanto, não poderia ser um sumo sacerdote compassivo (Hb 4.15).

C) Resposta: A realidade da tentação não está na natureza moral da pessoa tentada e nem depende dela, e a possibilidade de compaixão não depende de uma correspondência específica entre os problemas enfrentados.

D) Resultados: 1) A tentação provou a impecabilidade de Cristo.
2) A tentação O capacitou a ser um sumo sacerdote misericordioso.

VIII. SUA MORTE

A) Seu destaque:
1) No Antigo Testamento ela é como um fio escarlate percorrendo a história, como o próprio Cristo demonstrou (Lc 24.27,44).
2) No Novo Testamento ela é mencionada pelo menos 175 vezes.
3) É o propósito máximo da encarnação de Cristo (Mt 20.28; Hb 2.14). 4) É o coração do próprio evangelho ( 1Co 15.1-3).

B) Sua descrição: 1) Um resgate - A morte de Cristo pagou o preço da penalidade pelo pecado (Mt 20.28; 1Tm 2.6).
2) Uma reconciliação - A posição do mundo em relação a Deus foi modificada pela morte de Cristo, de tal modo que todos os homens agora podem ser salvos (2Co 5.18,19).
3) Uma propiciação - A justiça de Deus foi satisfeita com a morte de Cristo (1Jo 2.2).
4) Uma substituição - Cristo morreu no lugar dos pecadores (2Co 5.21).
5) Uma prova do amor de Deus - (Rm 5.8)

IX. SUA RESSURREIÇÃO

A) O fato da Ressurreição:
1) O túmulo vazio.
2) As aparições:
A. A Maria Madalena (Jo 20.11-17).
B. Às outras mulheres ( Mt 28.9,10).
C. A Pedro (1Co 15.5).
D. Aos discípulos no caminho de Emaús (Lc 24.13-35).
E. Aos dez discípulos (Lc 24.36-43).
F. Aos onze discípulos (Jo 20.26-29).
G. A sete discípulos junto ao mar da Galiléia (Jo 21.1-23).
H. A mais de 500 pessoas ( 1Co 15.6).
I. Aos onze em Sua ascensão (Mt 28.16-20).
J. A Paulo (1Co 15.8).
3) A existência da Igreja.
4) A mudança operada nos discípulos.
5) O dia de Pentecostes.
6) A mudança do dia de culto para o domingo.

B) A Natureza de Seu Corpo Ressurreto: 1) Era um corpo real (Jo 20.20).
2) Foi identificado com aquele que fora colocado no túmulo (Jo 20.25-29).
3) Foi transformado de modo a nunca mais ser sujeito à morte e a limitações (Rm 6.9).

C) O Significado da Ressurreição: 1) Para Cristo:
A. Provou que Ele era o Filho de Deus (Rm 1.4).
B. Confirmou a verdade de tudo que Ele dissera (Mt 28.6).
2) Para todos os homens:
A. Torna certa a ressurreição de todos (1Co 15.20-22).
B. Garante a certeza do juízo vindouro (At 17.31).
3) Para os Crentes:
A. Dá certeza de aceitação perante Deus (Rm 4.25).
B. Supre poder para o serviço cristão (Ef 1.19-22).
C. Garante a ressurreição do crente (2Co 4.14).
D. Designa Cristo como cabeça da Igreja (Ef 1.19-22).
E. Garante-nos um Sumo Sacerdote misericordioso no céu (Hb 4.14-16).

X. SUA ASCENSÃO

A) Características:
At 1.9-11

B) Significado: 1) Fim do período de limitação a que Cristo se sujeitou.
2) Exaltação (Ef 1.20-23).
3) Precursor (Hb 6.20).
4) Início de Seu ministério sumo sacerdotal (Hb 4.14-16).
5) Preparação de um lugar para Seu povo (Jo 14.2).
6) Senhorio sobre a Igreja (Cl 1.18)

XI. SEU MINISTÉRIO ATUAL
O atual ministério de Cristo no céu é todo relacionado, direta ou indiretamente, à Sua função de mediador, e é revelado por sete ilustrações.

A) O Último Adão e a Nova Criação: (1Co 15.45; 2Co 5.17)
Significado: Cristo como o Doador da vida.

B) Cristo, o Cabeça e a Igreja, Seu Corpo: Significado: Direção, sustento, concessão de dons espirituais.

C) Pastor e Ovelhas: (Jo 10)
Significado: Direção e cuidado.

D) Videira e Ramos: (Jo 15)
Significado: Produção de fruto espiritual.

E) Pedra Angular e Pedras do Edifício: (1Co 3.11; 1Pe 2.4-8)
Significado: Vida, segurança.

F) Sumo Sacerdote e Sacerdócio Real: (1Pe 2.5-9)
Significado: Sacrifício e intercessão.

G) Noivo e Noiva: (Ef 5.25-27)
Significado: Prontidão.
Extraído de: “A Bíblia Anotada”

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Quem era Sofonias?

 
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O nome Sofonias significa "tesouro (protegido, oculto) de Jeová". Isto é "O Senhor escondido".
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Sofonias é o único profeta canônico que apresenta genealogia detalhada, menciona quatro gerações de seus antepassados. Uma breve pesquisa sobre os Profetas Menores nos revela que informações biográficas sobre os profetas são pouquíssimas. O livro de Sofonias é o único livro profético que oferece informações genealógicas sobre a família de um profeta.
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"Sofonias, filho de Cusi, filho de Gedalias, filho de Amarias, filho de Ezequias" - Sofonias 1.1.
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É aceito por muitos biblistas que este Ezequias da linhagem de Sofonias, era ninguém menos que o próprio rei Ezequias (716-687 a.C.), monarca que reinou em Judá. O profeta seria descendente de Ezequias em grau de parentesco distante, um primo de terceiro grau.
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Há discordância sobre a árvore genealógica do Sofonias. A argumentação daqueles que defendem que o profeta possuía linhagem real diz que há apenas duas pessoas conhecidas pelo nome Ezequias. A primeira é alguém que retornou do exílio da Babilônia na mesma época de Neemias (Esdras 2.16), e o segundo é o rei. Por haver no livro a apresentação da linhagem detalhadamente do autor, algo incomum nos livros proféticos, crê-se que a ênfase especial ocorreu para esclarecer sobre o vínculo de parentesco entre o profeta e o rei. Isso também é confirmado pela tradição judaica.
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Mesmo sendo um aparentado de Ezequias, Sofonias não se esquivou de profetizar a respeito dos passos da monarquia.
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Sofonias, descendência africana?
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A informação genealógica no início do livro afirma que o pai de Sofonias foi Cusi. O nome Cusi /Cush tem dois significados. Geralmente, a palavra é traduzida como a Etiópia. E "Etiópia" significa "a terra do povo de rostos queimados."
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Eliseu Antonio Gomes, da Equipe UBE Blogs.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Os segredos da água-viva “imortal”

 


 
                    
 
Além da hidra, existe outra criatura marinha que desafia as leis da vida e da morte e que pode nos ajudar a compreender melhor o fenômeno do envelhecimento: a água-viva Turritopsis dohrnii.
Entrevistado por um repórter do New York Times, o biólogo marinho Shin Kubota falou sobre a importância das pesquisas sobre essa estranha criatura.
“Uma vez que determinemos como essa água-viva rejuvenesce, poderemos alcançar grandes conquistas. Minha opinião é a de que iremos evoluir e nos tornar imortais”, afirma o cientista, que não tem dúvidas quanto ao propósito final de seus estudos: “curar” o envelhecimento humano.
A maioria das águas-vivas passa por duas fases (pólipo, em que se fixa em uma base, e medusa, em que se desloca e gera descendentes) e morre. Já a T. dohrnii segue outro caminho: quando termina a fase de medusa, ela assume uma “posição fetal”, reabsorve os próprios tentáculos e se degenera; em questão de dias, forma uma camada externa, da qual brotam estolhos (caules finos), de onde surge um pólipo.
Tal ciclo leva cientistas a crerem que a T. dohrnii é imortal ou, pelo menos, capaz de se regenerar indefinidamente. Compreender esse mecanismo pode causar grandes avanços na Medicina, em especial no que diz respeito à longevidade. Curiosamente, “há uma similaridade genética muito grande entre águas-vivas e seres humanos”, afirma o biólogo Kevin J. Peterson. Não é por acaso que a T. dohrnii tem atraído a atenção de muitos pesquisadores.
Em um dos estudos que fez sobre a criatura, Kubota documentou o ciclo de vida de uma colônia de T. dohrnii de 2009 a 2011. Nesse período, os animais “renasceram” dez vezes, a intervalos de cerca de um mês.
Kubota demonstrou, ainda, que é possível acelerar o processo de “renascimento” ferindo a criatura – o que mostra que a T. dohrnii não apenas pode sobreviver indefinidamente ao envelhecimento, mas que é muito resistente a danos.

Fonte: http://hypescience.com/os-segredos-da-agua-viva-imortal/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Intérprete de Jake, de Dois Homens e Meio, faz Desabafo sobre a Série
angus-t-jones
Deus é ótimo”, diz Angus T. Jones. E ele repete isso mais algumas vezes. “Deus é ótimo. Deus é ótimo.” O ator, conhecido por interpretar o garoto Jake no seriado Two And a Half Men desde 2003, gravou um vídeo com um testemunho cristão, encorajando as pessoas a pararem de assistir ao seriado.
O ator, que já era conhecidamente religioso, detonou a própria série em um vídeo publicado nesta segunda-feira, 26, pelo siteThe Forerunner. O vídeo, dividido em duas partes (assista abaixo), mostra o ator de cabelos raspados, contando como descobriu a Cristo e de que forma seu estilo de vida, hoje, é contrário àquilo que ele mostra da TV.
No oitavo minuto do segundo vídeo, Angus diz:Jake, de Two And a Half Men, não significa nada. Ele é um personagem inexistente. É um nada. Se você assiste..., ele dá uma pausa. Por favor, pare de assistir, diz o ator. “Eu não quero estar no show. Parem de assistir, parem de encher a cabeça de vocês com isso. Dizem que é entretenimento, mas façam uma pesquisa para entender o que a televisão faz na cabeça de vocês. Aí, sim, vocês poderão decidir o que fazer com a TV e, principalmente, escolher o que assistir.”
O ator ainda dá pistas de que deseja deixar o programa; Ninguém pode ser temente a Deus e estar em um programa de televisão. Eu não posso. Eu não estou OK em fazer parte daquilo”, disse o rapaz de 19 anos.
Assista ao vídeo em inglês:
 
 
 
 

Como o Hamas está tentando enganar a todos

Escrito por Khaled Abu Toameh | 29 Novembro 2012
Internacional - Oriente Médio
Na realidade, o Hamas não mudou nem desistiu do seu sonho de substituir Israel por um estado islâmico que seja patrocinado e armado pelo Irã. A menos que o Hamas mude seu estatuto, as conversas sobre mudanças em sua estratégia servem apenas para disseminar a campanha de engano do movimento.
Será que o Hamas está mesmo caminhando em direção à moderação e ao pragmatismo, como alguns analistas políticos e diplomatas do Ocidente estão acreditando?
E o que alguns dos líderes do Hamas querem dizer quando falam que estão prontos para aceitar um estado palestino "apenas" na Margem Ocidental, na Faixa de Gaza e na parte oriental de Jerusalém?
Essas questões foram levantadas depois que a CNN colocou recentemente no ar uma entrevista[1] com Khaled Mashaal, o "líder político" do Hamas.
Mashaal disse à repórter Christiane Amanpour, da CNN: "Eu aceito um estado palestino de acordo com as fronteiras de 1967, tendo Jerusalém como capital, com o direito de retorno [de milhões de palestinos a Israel]".
Desde então a observação do líder do Hamas tem sido mal interpretada por alguns ocidentais como sendo um sinal de que o movimento radical islâmico, que foi estabelecido 25 anos atrás com o objetivo declarado de destruir Israel, teria agora abandonado sua ideologia e estaria a caminho de endossar uma abordagem mais flexível.
Mas, enquanto Mashaal estava falando à CNN, vários líderes do Hamas na Faixa de Gaza estavam falando -- em árabe --sobre a intenção deles de prosseguir na luta contra Israel até a "liberação de todas as nossas terras, desde o mar até o rio".
A observação de Mashaal não é nada além de uma tentativa de enganar a comunidade internacional, fazendo-a crer que o Hamas adotou a solução de dois estados e está disposto a viver em paz ao lado de Israel.
Na realidade, o Hamas não mudou nem desistiu do seu sonho de substituir Israel por um estado islâmico que seja patrocinado e armado pelo Irã.
Na verdade, o que Mashaal está dizendo é que, como o Hamas está consciente do fato de que não consegue atingir seu objetivo de destruir Israel agora, aceitará quaisquer terras que os israelenses lhe derem e depois continuará a lutar para "libertar" toda a Palestina, desde o rio Jordão até o mar Mediterrâneo.
Ninguém melhor do que o próprio Mashaal expressou esta visão na mesma entrevista à CNN, na qual declarou: "A Palestina, desde o rio até o mar, desde o norte até o sul, é a minha terra. E a terra dos meus pais e avós, habitada pelos palestinos desde há muito tempo. (...) Mas, por causa das circunstâncias da região, por causa da ânsia em parar o derramamento de sangue, os palestinos hoje, e o Hamas, concordaram com o programa que aceita as fronteiras de 1967".
O que Mashaal e outros líderes "moderados" do Hamas estão dizendo é o seguinte: "Deem-nos um estado palestino agora na Margem Ocidental, na Faixa de Gaza e na parte oriental de Jerusalém, para que possamos utilizá-lo como uma plataforma de lançamento para eliminar Israel".
Em uma entrevista com a Al-Jazeera na semana passada, Mashaal admitiu pela primeira vez que o Irã tem fornecido armamento e dinheiro ao Hamas. Ele também revelou que países árabes e islâmicos, bem como indivíduos e organizações, têm apoiado o Hamas militar e financeiramente.
Agora tornou-se claro para a maior parte dos palestinos que um futuro estado palestino seria governado pelo Hamas ou pelo Jihad Islâmico. A popularidade desses dois grupos tem crescido dentre os palestinos, especialmente no alvorecer de sua autodeclarada "vitória" contra Israel durante o recente conflito Israel-Hamas.
O esforço do Hamas de mostrar-se como um movimento "moderado" atingiu seu apogeu quando Mashaal telefonou para Mahmoud Abbas, o presidente da Autoridade Palestina, para expressar apoio à solicitação de elevar o status da entidade palestina como observadora na ONU.
O telefonema de Mashaal foi novamente mal interpretado como um sinal de que o Hamas está disposto a aceitar um estado apenas dentro das linhas anteriores a 1967.
Mas, como representantes do Hamas explicaram mais tarde, o fato de que Mashaal havia acolhido a solicitação de status de estado feita por Abbas não significa que o movimento está preparado para abrir mão de "um centímetro da Palestina".
O Hamas está engajado em uma campanha sutil para ganhar a simpatia da comunidade internacional ao aparecer como se estivesse pronto para abandonar seu sonho de destruir Israel. As observações de Mashaal devem ser vistas no contexto de uma nova tática do Hamas que objetiva transfornar o movimento islâmico radical em um ator legítimo e reconhecido nas arenas internacional e regional.
Aqueles que foram enganados a acreditar nas mentiras do Hamas deveriam ser apresentados ao estatuto do movimento[2], no qual está claramente declarado: "O Movimento de Resistência Islâmica sustenta que a Palestina é um território de Wakf, (legado hereditário) para todas as gerações de muçulmanos, até o Dia da Ressurreição. Ninguém pode negligenciar essa terra, nem mesmo uma parte dela, nem abandoná-la, ou parte dela. (...)a libertação da Palestina é uma obrigação pessoal de cada muçulmano, onde estiver (...) No dia em que o inimigo conquista alguma parte da terra muçulmana, a jihad (guerra santa) passa a ser uma obrigação de cada muçulmano".
Na próxima vez que a CNN ou qualquer outro meio de comunicação ocidental entrevistar um líder do Hamas, seria aconselhável perguntar se aquele movimento está disposto a mudar seu estatuto. A menos que o Hamas mude seu estatuto, a conversação sobre mudanças em sua estratégia serve apenas para disseminar a campanha de engano do movimento. (Khaled Abu Toameh -- www.gatestoneinstitute.org)


Notas:

Khaled Abu Toameh, um muçulmano árabe, é jornalista veterano, vencedor de prêmios, que vem dando cobertura jornalística aos problemas palestinos por aproximadamente três décadas. Estudou na Universidade Hebraica e começou sua carreira como repórter trabalhando para um jornal afiliado à Organização Para a Libertação da Palestina (OLP), em Jerusalém. Abu Toameh trabalha atualmente para a mídia internacional, servindo como “olhos e ouvidos” de jornalistas estrangeiros na Margem Ocidental e na Faixa de Gaza. Os artigos de Abu Toameh têm aparecido em inúmeros jornais em todo o mundo, inclusive no Wall Street Journal,no US News & World Report e no Sunday Times de Londres. Desde 2002, ele tem escrito sobre os problemas palestinos para o jornal Jerusalem Post. Também atua como produtor e consultor da NBC News desde 1989.

Publicado na revista Notícias de Israelwww.beth-shalom.com.br

http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/oriente-medio/13637-como-o-hamas-esta-tentando-enganar-a-todos.html

domingo, 2 de dezembro de 2012

A Poesia do Natal - Antologia de Poemas Natalinos - Um livro gratuito para você!

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A Poesia do Natal
Antologia
Poetas Evangélicos de ontem e de hoje
escrevem sobre o Natal de Jesus Cristo
Já desde inícios do século XX que o Natal, onde a cristandade comemora o nascimento epifânico de Jesus Cristo, vem perdendo seu caráter sagrado ou religioso para ganhar paulatinamente as cores baratas do consumismo e da secularização, esvaziamento este algumas vezes configurado na personagem ‘Papai Noel’, e também em toda a ritualística de glutonarias e bebedeira que a cada ano se repete.
Em tal clima de crescente alienação, é com imenso prazer que ofertamos ao leitor esta antologia de poemas natalinos. Os poemas aqui coligidos são um chamado ao louvor e à adoração, e à contemplação do verdadeiro espírito do Natal. E também, em alguns de seus melhores momentos, à reflexão crítica sobre este viés secularista que as comemorações natalinas têm assumido, mesmo entre os ditos cristãos.
Estão aqui presentes os nomes exponenciais de nossa poesia evangélica, nomes tais como Mário Barreto França, Myrtes Mathias, Gióia Júnior, Stela Câmara Dubois, Joanyr de Oliveira e outros, ao lado de excelentes poetas cuja obra tem sido olvidada, caso de um Jorge Buarque Lira, um Benjamin Moraes Filho, um Gilberto Maia, entre diversos outros bons exemplos.
Esta obra não objetiva lucro financeiro algum, circulando apenas como e-book gratuito, não podendo ser comercializada de nenhuma maneira. Pois nosso propósito é o mais nobre, trazer à luz versos que andavam dispersos e submersos em periódicos de difícil acesso e livros raros e fora de catálogo, livros esses que provavelmente jamais serão reimpressos, condenando assim a grande poesia de muitos autores evangélicos ao virtual esquecimento. Não! A rica poesia de inspiração cristã desses bardos merece ser divulgada.
Eis então aqui esta nova e necessária antologia, uma homenagem ao nosso Senhor e uma celebração ao seu Natal, um presente aos leitores de todos os credos e religiões, e um merecido tributo aos nossos queridospoetas de Deus.
Leia, divulgue e compartilhe!
Sammis Reachers, organizador
Para ler o livro online ou fazer o download (213 págs., em pdf) no site Scribd, http://pt.scribd.com/doc/115076974/A-Poesia-do-Natal-Antologia-de-Poemas-Natalinos
 
 
 
Lista dos autores antologiados, por ordem de entrada: José Bezerra Duarte - Jorge Buarque Lira - Assis Cabral - Gilberto Maia - Bolivar Bandeira - Stela Câmara Dubois - Jonathas Braga - Manoel da Silveira Porto Filho - Alfredo Mignac - Isnard Rocha - Albérico de Souza - Mário Barreto França - Benjamin Moraes Filho - José Silva - Lourival Garcia Terra - Thiago Rocha - José Britto Barros - Gióia Júnior - Daria Gláucia - Joanyr de Oliveira - Myrtes Mathias - Ivan Espíndola de Ávila - Rosa Jurandir Braz - Silvino Netto - Pérrima de Moraes Cláudio - João Tomaz Parreira - Eliúde Marques - Gilberto Celeti - Filemon Francisco Martins - Israel Belo de Azevedo - Geremias do Couto -Edgar Silva Santos - Brissos Lino - Natanael Santos - Josué Ebenézer - Rui Miguel Duarte - George Gonsalves - Antonio Costta
Caso tenha dificuldade em realizar o download, solicite-me o envio por e-mail:sammisreachers@ig.com.br