Receberemos o bem de Deus e não receberiamos o mal ? ( Jó 2.10 )
A Calamidade pode nos armar emboscadas. A Vida vai bem até que uma ligação Telefonica , uma carta ou uma batida a porta.
Foi isto que aconteceu a Jó. Ele era um homem de Familia, negociante bem-sucedido e um devotado seguidor de Deus. Então o teto caiu - figurada e literalmente. Em pouco tempo ele perdeu seus filhos, sua riqueza e sua saude.
É muito dificil entender porque coisas terriveis acontecem; é ainda mais dificil compreender porque coisas más acontecem a pessoas boas.
Tanto as Escrituras como nossa experiencia nos dizem que as provas podem surgir de diversas fontes. Podemos Sofrer por causa de nossas ações pecaminosas, ou nossas dificuldades podem ser devidas a escolhas erradas de outros. E como Jó às vezes passamos por desastres naturais inexplicaveis.
O Sofrimento nunca é agradável. - mesmo quando entendemos suas causas. Porém mesmo na mais escura noite de nossa alma, podemos escolher benefícios positivos de nossa dor.
Tempos difíceis nos lembram que nossa fragilidade precisa de Deus. Eles podem construir caráter se respondermos com confiança e obediência. Finalmente tempos difíceis podem nos ensinar como controlar outros encarando problemas semelhantes.
Deus sustentará e recompensará todos os seus filhos que passarem por sofrimentos com paciencia e fidelidade
O sofrimento pode trabalhar em nosso beneficio e para Glória de Deus.
Além do Livro que leva seu nome, Jó também é mencionado em Ezequiel 14.14,20 e Tiago 5.11
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
Descobrindo seu futuro
Os médicos Patrícia e Davi
Mrazek já viram um grande número de experiências de cortar o coração em seu
trabalho. Como pediatras, eles lidam com muitas crianças em sofrimento. No
entanto, eles ficam intrigados com o fato de que algumas crianças se recuperam
de desastres, enquanto outras não têm essa sorte. Por quê? Por que, por exemplo,
uma criança entra nas drogas, enquanto outra vai para a faculdade? Por que
algumas crianças que foram abusadas quando pequenas crescem e se tornam também
pessoas que cometem abuso, enquanto outras se tornam bons pais?
O casal
Mrazek liderou uma extensa pesquisa para descobrir as respostas a estas
perguntas. Em seu estudo, uma característica em comum se fez presente muito
freqüentemente dentre aqueles que sobreviveram aos traumas e conseguiram
estabelecer vidas saudáveis. O segredo? "Uma visão básica da vida com otimismo e
esperança". A esperança faz toda a diferença. Mais do que qualquer outra coisa,
a esperança é que nos ajuda a superar as dificuldades quando elas surgem em
nosso caminho.
Os seres
humanos precisam desesperadamente de esperança. Todavia, a pergunta é: como
obtê-la? A esperança é difícil de ser encontrada em nosso mundo - ATÉ que
olhemos nossa vida pela perspectiva das profecias bíblicas. Essa lição das
DESCOBERTAS BÍBLICAS examina uma profecia impressionante que tem inspirado
vários indivíduos a ter uma esperança vibrante em seu viver.
1.
UMA PROFECIA INCRÍVEL
Cerca de
quinhentos anos antes do nascimento de Cristo, Deus deu ao mundo um relance do
que aconteceria no futuro, através do profeta Daniel. Deus apresentou um esboço
da história do mundo, cobrindo um período de 2.500 anos, desde os tempos de
Daniel até os nossos dias.
Essa
profecia se originou num sonho que Deus deu a Nabucodonosor, o rei da Babilônia,
há mais ou menos 2.500 anos. O sonho preocupou profundamente esse monarca.
Contudo, ele não conseguia se lembrar do sonho quando acordou! Depois que todos
os sábios da Babilônia falharam em ajudar o rei a lembrar-se de seu sonho ou
interpretá-lo, um jovem hebreu exilado, de nome Daniel, entra em cena,
asseverando que o Deus do Céu poderia revelar todos os mistérios.
"Tu olhaste, ó rei, e diante de ti estava uma GRANDE ESTÁTUA: uma estátua enorme, impressionante, e sua aparência era terrível.
A cabeça da estátua era feita de ouro puro, o peito e o braço eram de prata, o ventre e os quadris eram de bronze, as pernas eram ferro, e os pés eram em parte de ferro e em parte de barro.
Enquanto estavas observando, uma pedra soltou-se, sem auxílio de mãos, atingiu a estátua nos pés de ferro e de barro e os esmigalhou.
Então o ferro, o barro, o bronze, a prata e o ouro foram despedaçados, viraram pó, como o pó da debulha do trigo na eira durante o verão. O vento os levou sem deixar vestígio. Mas A PEDRA QUE ATINGIU A ESTÁTUA TORNOU-SE UMA MONTANHA E ENCHEU A TERRA TODA." Daniel 2:31-35 (A não ser quando indicado, todos os textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional da Bíblia [NVI].).
Essa estátua, a princípio, pode aparentar não ter qualquer aspecto que possa dar esperança para os tempos atuais, mas espere um pouco.
2. A
PROFECIA INTERPRETADA
Depois
de contar a um Nabucodonosor muito impressionado exatamente o que ele tinha
visto em seu sonho, o profeta Daniel explicou:
"Foi esse o sonho, e nós o
interpretaremos para o rei". Daniel 2:36
"Tu, ó rei, és rei dos reis. O
Deus dos céus concedeu-te domínio, poder, força e glória... TU ÉS A CABEÇA DE
OURO". Versos 37, 38
Daniel
estava dizendo ao governante do maior império do mundo: "Nabucodonosor, Deus
está dizendo a você que o seu império, a Babilônia, é representada pela cabeça
de ouro da estátua".
"Depois de ti surgirá um outro
reino, inferior ao teu". Verso 39
Em
cumprimento à predição de Deus, o reino de Nabucodonosor virou ruínas quando
Ciro, o general Persa, sobrepujou o império babilônico em 539 AC. Portanto, o
peito e os braços de prata representam a Medo-Pérsia, outro poderoso
império.
"Em seguida, surgirá um terceiro
reino, reino de bronze, que governará toda a terra". Verso 39
O ventre
e os quadris de bronze da imagem simbolizam o reino da Grécia. Alexandre o
Grande conquistou os Medos e os Persas, transformando a Grécia no terceiro maior
império do mundo. Ela esteve em destaque de 331 a 168 AC.
"Finalmente, haverá um quarto reino, forte como o ferro, pois o ferro quebra e destrói tudo; e assim como o ferro despedaça tudo, também ele destruirá e quebrará todos os outros". Verso 40
Depois
da morte de Alexandre, seu império se enfraqueceu e foi dividido entre facções
rivais, até que finalmente em 168 AC, na batalha de Pidna, o "Império do Ferro",
Roma, esmagou a Grécia.
César
Augusto governava Roma quando Jesus nasceu, por volta de 2.000 anos atrás (Lucas
2:1). Cristo e Seus apóstolos viveram durante o período representado pelas
pernas de ferro. Gibbon, um historiador do século dezoito, sem dúvida tinha as
profecias de Daniel em mente quando escreveu: "As imagens de ouro, prata, e
bronze, que serviram para representar as nações e seus reis, foram
sucessivamente estraçalhadas pela monarquia do ferro, Roma". (Edward Gibbon, The
History of the Decline and Fall of the Roman Empire, John D. Morris and Company,
vol. 4, p. 89).
Pense
por um momento sobre essa predição a partir de um ponto de vista humano. Como
Daniel, que viveu no tempo da Babilônia, poderia ter qualquer idéia sobre como
os impérios se sucederiam centenas de anos no futuro? É difícil para nós até
mesmo predizer qual será a tendência da bolsa de valores da semana que vem! E
ainda assim, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma seguiram seu rumo exatamente
como foi predito - como se fossem alunos obedientes em fila.
Será que
Deus está no controle do futuro? Será que podemos ter esperança de que Ele tem
um grande plano por trás de tudo? A resposta é um sonoro: SIM!
"Como viste, os pés e os dedos
eram em parte de barro e em parte de ferro. Isso quer dizer que ESSE SERÁ UM
REINO DIVIDIDO, mas ainda assim terá um pouco da força do ferro, embora tenhas
visto ferro misturado com barro. Assim como os dedos eram em parte de ferro e em
parte de barro, também esse reino será em parte forte, e em parte frágil".
Daniel 2:41, 42
O
profeta predisse, não um quinto império, mas uma divisão da monarquia do ferro
de Roma. Roma se fragmentaria em dez reinos, como simbolizado pelos pés e os
dedos da imagem.
Será que
isso realmente aconteceu? Com certeza que sim. Durante o quarto e o quinto
séculos da era cristã, reinos bárbaros vindo do norte, invadiram o decadente
império romano, terminando com todas as barreiras. Finalmente, dez das tribos
ganharam a maioria do território ocidental de Roma, e dez nações distintas e
independentes se estabeleceram dentro das fronteiras da Europa. Logo, os dedos
representam as nações que originaram a Europa atual.
3.
NOSSOS DIAS NA PROFECIA BÍBLICA
Será que
a profecia de Daniel predisse os esforços que seriam feitos para unir essas
nações da Europa sob um mesmo governante?
"E, como viste, o ferro estava
misturado com o barro. Isso significa que se buscarão fazer alianças políticas
por meio de casamentos, mas a UNIÃO decorrente dessas alianças NÃO SE FIRMARÁ,
assim como o ferro não se mistura com o barro". Daniel 2:43
O Kaiser
Wilhelm II e Adofl Hitler criaram o exército mais poderoso de seus dias. Mas
ambos falharam em tentar unir a Europa sob seu poder. Por quê? Porque a Palavra
de Deus é clara: "a união... não se firmará". O resultado de duas guerras
mundiais confirmou que Deus dirige o futuro em com Suas mãos; Ele está no
controle de tudo. Isso é mais que suficiente para nos dar esperança, paz de
espírito, e confiança no Seu plano para nossas vidas.
4. UM
OLHAR PARA O FUTURO
Apenas
uma parte da profecia de Daniel ainda não se cumpriu. Qual é o significado da
pedra que atinge os pés da estátua, e a esmigalha, e depois se torna uma grande
montanha que enche toda a terra?
"NA ÉPOCA DESSES REIS [as nações
da Europa moderna], O DEUS DOS CÉUS ESTABELECERÁ UM REINO que jamais será
destruído e que nunca será dominado por nenhum outro povo. Destruirá todos os
reinos daqueles reis e os exterminará, mas ESSE REINO DURARÁ PARA SEMPRE".
Daniel 2:44
A
expressão "desses reis" só poderia estar se referindo aos reis simbolizados
pelos pés e os dedos da estátua - os governantes das nações da Europa moderna,
apontando, portanto, para os nossos dias. A pedra que foi cortada sem a ajuda de
mãos humanas deverá atingir a estátua e quebrá-la em pedaços, e então encherá
toda a terra (versos 34, 35 e 45). Logo, Jesus descerá dos céus para
"estabelecer um reino", Seu reino de felicidade e paz. Então Cristo, a Rocha
Eterna e o Rei dos Reis, governará esse mundo para sempre!
Tudo na
profecia de Daniel 2 já aconteceu, com exceção do ato final - a destruição da
estátua pela pedra. De acordo com o tempo de Deus, estamos agora nos aproximando
do grande clímax, a volta de Jesus ao nosso mundo. Jesus Cristo, o Filho de
Deus, está para terminar com a longa e sangrenta luta da história humana e
estabelecer Seu reino eterno de amor e graça.
5. O
SONHO DO REI E VOCÊ
O
escolástico do século dezesseis, Erasmo, relatou um incidente durante uma viagem
marítima que o marcou profundamente pelo resto da vida. O barco no qual ele se
encontrava enfrentou uma tempestade. À medida que as violentas ondas se chocavam
contra o navio, e este começava a rachar, até mesmo os marinheiros entraram em
pânico. Os passageiros estavam praticamente histéricos. A maioria gritava por
ajuda para seu santo protetor, cantava hinos, ou clamava em voz alta em
oração.
Essa
oração, pensou Erasmo, era simplesmente uma continuação da sua vida regular de
oração. Ela parecia estar totalmente entregue aos cuidados de Deus.
Quando o
navio começou a afundar, a jovem foi colocada num bote salva-vidas, recebeu um
mastro para usar como remo, e foi enviada para o meio das ondas. Ela tinha que
segurar o bebê com uma mão e tentar remar com a outra. Poucos achariam que ela
sobreviveria ao agito das águas.
Mas sua
fé e sua disposição de confiar em Deus a mantiveram em bom estado. A mulher e
seu bebê foram os primeiros a alcançar a praia.
Esperar
em um Deus que é fiel pode fazer toda a diferença - mesmo quando nosso mundo
parece estar se desfalecendo à nossa volta. Não estamos sozinhos para enfrentar
o mundo. Uma mão cuidadosa está nos guiando e nos apoiando.
"Deixo-lhes a paz, a minha paz
vos dou... Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo". João
14:27
Você tem
paz? Se você tem, agradeça a Jesus, seu Salvador. Se você não tem, por que não
convidá-lO a entrar em sua vida hoje?
Los Angeles, California, U.S.A.
sábado, 15 de setembro de 2012
Tudo o que Eles não Querem que voce Saiba
Assista este video e tire suas proprias conclusoes e faça analise com os dias de hoje
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Considerações sobre Silas Malafaia e a teologia da prosperidade
Considerações sobre Silas Malafaia e a teologia da prosperidade
Respeito o pastor Silas Malafaia. Gosto de suas argumentações sobre a defesa da vida e dos valores morais esposados na Palavra de Deus. Considero Malafaia uma pessoa preparada para representar os evangélicos em audiências públicas a respeito do PLC 122, do aborto, etc. Tenho também amigos na igreja pastoreada por ele: a Assembleia de Deus Vitória em Cristo, na Penha-RJ.
Foi por tudo isso que sempre evitei citar o nome de Malafaia, neste blog. Mas tenho uma palavra para ele e acredito que não ficará indignado contra mim, haja vista ser a minha mensagem bíblica e respeitosa.
Assuntos administrativos que envolvem pastores de uma denominação devem ser tratados internamente, visto que a igreja local tem competência para julgar suas causas, à luz da Bíblia (1 Co 6.1-6). Mas a conduta imprópria e as heresias amplamente propagadas, mediante TV, rádio e Internet, ultrapassam os limites denominacionais e merecem refutação bíblica, igualmente pública, com ética, mansidão e temor, por parte da Igreja do Senhor.
Silas Malafaia, além de defender abertamente a teologia da prosperidade, costuma não economizar nos impropérios, ao responder aos seus críticos. Há alguns meses, por exemplo, ele concedeu uma entrevista à revista Igreja e deu uma resposta que o tornou repreensível, à luz da Palavra de Deus. Peço a todos que admiram esse renomado pastor que não vejam este artigo como um ataque pessoal. Atentem para as referências bíblicas que vou citar e as considerem como palavras inspiradas do Senhor que se aplicam a todos que o servem.
“O senhor está sendo duramente criticado pelo setor mais conservador da igreja por causa da teologia da prosperidade pregada por alguns convidados de seu programa, como Morris Cerrullo e Mike Murdock. Como o senhor responde a estas criticas de que a teologia da prosperidade não tem base bíblica e é uma heresia?” — perguntou o entrevistador, da revista Igreja.
Antes de discorrer sobre a resposta de Malafaia, é importante corrigir duas coisas na pergunta acima. Primeira: não é somente o setor mais conservador da igreja que critica Malafaia por causa da teologia da prosperidade. Não se trata de extremistas combatendo extremistas. Na verdade, todos os cristãos equilibrados, que têm a Bíblia como a sua fonte primária de autoridade, são contrários à falaciosa teologia da prosperidade. Outra correção: tal heresia não tem sido pregada apenas por Morris Cerullo e Mike Murdock. O próprio entrevistado é um dos seus propagadores.
Vamos à resposta do pastor Malafaia: “Primeiro quem fala isto é um idiota! Desculpe a expressão, mas comigo não tem colher de chá! Por que quando é membro eu quebro um galho, mas pastor não: é um idiota. Deveria até mesmo entregar a credencial e voltar a ser membro e aprender. Para começar não sabe nada de teologia, muito menos de prosperidade. Existe uma confusão e um radicalismo, e todo radicalismo não presta”.
Quem assiste às mensagens de Silas Malafaia, sabe que ele tem estilo próprio. Ele não escolhe muito as palavras. Mas tudo tem limite. Aliás, nosso limite está na Palavra de Deus. E o que está escrito em 1 Pedro 3.15? “Antes santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós”.
Eu não sou perfeito. Silas Malafaia não é perfeito. Nenhum de nós é perfeito. Mas somos todos servos do Senhor. Qual é a recomendação do Senhor aos seus servos, em sua Palavra? Em 2 Timóteo 2.24,25 está escrito: “E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem”.
Que mansidão e temor vemos em xingamentos a pastores? Alguém dirá: “O Silas é assim mesmo. É o jeito dele. Eu o conheço há muito tempo”. Reconheço que cada um tem uma personalidade. Mas, para que existe o fruto do Espírito, isto é, o Espírito Santo agindo em nós? Para moldar o nosso caráter e mudar o nosso interior, a fim de que sejamos astros nesse mundo tenebroso (Mt 5.13-16; Fp 2.14,15) e demonstremos a todos que temos amor, humildade, verdade, alegria, paz, longanimidade, justiça, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio, etc. (Gl 5.22; Ef 5.9; 1 Pe 5.5).
“Há casos em que é preciso botar pra quebrar. Não dou colher de chá para pastores” — Malafaia poderá argumentar. Concordo, em parte. Jesus, o nosso paradigma (1 Jo 2.6; 1 Co 11.1; 1 Pe 2.21), realmente foi firme, quando necessário. Chamou os fariseus de hipócritas e condutores cegos (Mt 23) e Herodes de raposa (Lc 13.32), bem como verberou contra os maus pastores de algumas igrejas da Ásia (Ap 2-3). Entretanto, Malafaia precisa reconhecer — não para concordar comigo — que a sua resposta aos oponentes da teologia da prosperidade tem sido generalizante e desproporcional.
Muitos homens de Deus respeitadíssimos se opõem à teologia da prosperidade e ao pensamento mercantilista de Mike Murdock e Morris Cerullo. São todos eles idiotas que precisam entregar a credencial? O próprio Silas Malafaia, durante muitos anos, foi um ferrenho oponente da teologia da prosperidade. Há, inclusive, vídeos no YouTube que apresentam sua verberação contra essa heresia. Mas ele não entregou a sua credencial de pastor nem voltou a ser membro para aprender. Pelo que tudo indica, a sua mudança de crítico da aludida heresia para propagador dela ocorreu por influência do telemilionário Murdock e outros.
Concordo que todo o extremismo é perigoso, como disse Silas. Não é porque sou contrário à teologia da prosperidade que serei, por causa disso, favorável à teologia da miséria. Afinal, a Bíblia diz que devemos nos contentar com o que temos, e não nos conformar com o que temos (Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10). Conformar-se é uma coisa. Contentar-se, outra. Posso estar contente com um carro velho, pois o contentamento vem do Senhor. Mas não preciso me conformar com isso, pois Deus pode me dar um carro melhor.
Por outro lado, é evidente que a teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia gire em torno de conquista de dinheiro, bens, riquezas. E induz o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57).
Sinceramente, penso que o pastor Silas Malafaia é um grande comunicador, uma pessoa muito influente. Gostaria muito que ele fosse mais equilibrado, coerente e adotasse uma conduta em tudo pautada nas Escrituras. Lamento — lamento muito mesmo — por ele ter abraçado a teologia da prosperidade e por usar impropérios contra quem se lhe opõe. Se usasse os dons que Deus lhe deu e o seu carisma para pregar o Evangelho de maneira contundente, com verdade (Jr 23.28), seria muito mais respeitado por cristãos e não-cristãos.
Com temor e tremor,
Ciro Sanches Zibordi
domingo, 9 de setembro de 2012
Caio Fábio - O amor se esfriará de quase todos
Caio Fábio - O amor se esfriará de quase todos
VEJA ESTE VIDEO E AS COINCIDENCIAS NO MUNDO ATUAL
sábado, 8 de setembro de 2012
As Vitimas do controle mental Expostas
Vejam este video onde conta 2 sobreviventes da CIA sobre o programa de controle mental
Tirem suas próprias conclusões
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
O que a Biblia Fala sobre Astrologia ?
Publicado em 12/29/2006
http://www.cacp.org.br
A Bíblia ensina que a astrologia é não somente uma atividade inútil (sem valor), mas algo tão mau que sua simples presença indica que o juízo de Deus já ocorreu (Atos 7.42-43). Tanto como filosofia ou como prática, a astrologia rejeita a verdade relativa ao Deus vivo, e em seu lugar conduz as pessoas a objetos mortos, como os astros e planetas. Assim como a Bíblia ridiculariza os ídolos, também o faz com os astrólogos e suas práticas (Isaías 47.13).
Entretanto, isto não tem evitado que a maioria dos astrólogos declare que a Bíblia apóia favoravelmente a astrologia. Jeff Mayo, fundador da Escola Mayo de Astrologia, declara que "a Bíblia está cheia de referências astrológicas". Joseph Goodavage, autor de Astrology: The Space Age Science (Astrologia: A Ciência da Era Espacial) e Write Your Own Horoscope (Escreva Seu Próprio Horóscopo), declara que "a Bíblia está cheia da" filosofia da astrologia.[1]
Os astrólogos "justificam" tais afirmações da mesma maneira que muitas seitas citam a Bíblia como evidência de seus próprios ensinamentos falsos e anti-bíblicos. Eles distorcem as Escrituras até ensinarem algo contrário à Bíblia.[2] Qualquer passagem bíblica que refute tais ensinos é simplesmente ignorada, mal interpretada, ou eliminada. Pode-se provar que todo texto bíblico citado pelos astrólogos para provar que a Bíblia apóia a astrologia foi mal interpretado ou mal aplicado.[3] Assim como a água e o óleo não se misturam, a Bíblia e a astrologia são totalmente incompatíveis. Alguns não-cristãos também admitem que existe "um abismo ideológico permanente entre ambas as crenças".[4]
Historicamente o cristianismo tem-se oposto à astrologia por três razões bíblicas. Primeiro, a Bíblia explicitamente rejeita a astrologia como uma prática inútil (sem valor). Uma prova disso está em Isaías 47.13-14, onde Deus afirma: "Ja estás cansada com a multidão das tuas consultas! Levantem-se pois, agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; nenhuma brasa restará para se aquentarem, nem fogo para que diante dele se assentem." Aqui vemos que, em primeiro lugar, Deus condena o conselho dos astrólogos babilônicos. Em segundo lugar, Deus disse que suas predições baseadas no movimento dos astros não os salvariam do juízo divino que se aproximava. Finalmente, Deus disse que o conselho dos astrólogos não era inútil somente para os outros, mas que nem os salvaria a eles mesmos (Deuteronômio 4.19; 17.1-5; 18.9-11; 2 Reis 17.16; 23.5; Jeremias 8.2; 19.13; Ezequiel 8.16; Amós 5.26-27).
A segunda razão bíblica pela qual o cristianismo tem-se oposto à astrologia é porque Deus proíbe as práticas ocultas. Basicamente, a astrologia é uma adivinhação. Esta é definida pelo Webster’s New Collegiate Dictionary (1961) como "o ato ou prática de prever ou predizer atos futuros ou descobrir conhecimento oculto". No Webster’s New World Dictionary (1962), a astrologia é definida como "a arte ou prática de tentar predizer o futuro ou o conhecimento por meios ocultos". Por ser uma arte ocultista, Deus condena a adivinhação como mal e como uma abominação para Ele, dizendo que ela leva ao contato com maus espíritos chamados de demônios. (Deuteronômio 18.9-13; 1 Coríntios 10.20).
Finalmente, a Bíblia repudia a astrologia por levar as pessoas à terrível transferência de sua lealdade ao infinito Deus do Universo para as coisas que Ele criou. É como dar todo o crédito, honra e glória às magníficas obras de arte, esquecendo completamente o grande artista que as produziu. Nenhum astrólogo, vivo ou morto, daria às pinturas de Rembrandt ou Picasso o mérito que corresponde aos autores, mas eles o fazem rotineiramente com Deus. Entretanto, Deus é infinitamente mais digno de honra que os homens, pois é Ele quem fez "os céus e a terra" e em Suas mãos está a vida de todos os homens (Gênesis 1.1; Daniel 5.22-23).
O que têm provado os testes de validade dos signos zodiacais (por exemplo, se você é de Peixes, Áries ou Leão)?
A astrologia diz que o signo zodiacal de uma pessoa tem grande importância para determinar a totalidade de seu caráter. A análise de um pesquisador do conteúdo da literatura astrológica revela 2.375 adjetivos específicos para os doze signos zodiacais. Cada signo foi descrito por uns 200 adjetivos (por exemplo, "Leão" é forte, dominante, rude – um líder nato; "Touro" é indeciso, tímido, inseguro – não é líder). Nesse teste, mil pessoas foram examinadas segundo 33 variáveis, incluindo o atrativo físico, a capacidade de liderança, os traços de personalidade, as crenças sociais e religiosas, etc. A conclusão foi que este teste falhou em provar qualquer predição astrológica: "Todos os nossos resultados podem ser atribuídos ao acaso."[5]
Foi feito outro teste para descobrir se os planetas influem na compatibilidade do matrimônio, ou seja, se existe uma indicação significativa do número de casais que continuaram casados porque seus signos demonstraram ser "compatíveis"? E os que tinham um signo "incompatível" se divorciaram? O estudo foi feito com 2.978 casais que se casaram e 478 casais que se divorciaram em 1967 e 1968. Este teste demonstrou que os signos astrológicos não alteravam significativamente o resultado em qualquer desses grupos. Os nascidos sob signos "compatíveis" casaram e se divorciaram com a mesma freqüência do que os nascidos sob signos "incompatíveis".[6]
Os astrólogos alegam que os cientistas e os políticos são favorecidos por um ou outro signo zodiacal. Ou seja, que há uma suposta conexão entre o signo de uma pessoa e suas possibilidades de êxito numa determinada profissão. Ao investigar esse tema, John McGervy comparou a data de nascimento de 16.634 cientistas e 6.475 políticos e não encontrou correlação que substanciasse as afirmações dos astrólogos. Não pode haver dúvida de que a distribuição de signos nestas duas atividades foi tão aleatória quanto entre o público em geral.[7]
Concluindo, a evidência científica atual mostra que não é válida a afirmação dos astrólogos de que seu signo influi em sua vida.
Conclusão
Enquanto a "luz dos astros" tem trazido dúvida e divisão entre os próprios astrólogos, e incerteza e frustração para o povo que anda sem direção, JESUS, o Criador de todos os astros celestes e de todo o Universo, apresenta-se como a verdadeira Luz do Mundo e declara que aqueles que O seguirem não mais andarão em trevas; mas terão a luz da vida (João 8.12).
Aos que estão buscando direção para suas vidas, Jesus convida: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei... e achareis descanso para a vossa alma" (Mateus 11.28-30).
Na Bíblia, a Palavra de Deus, encontramos revelações claras de que nossas vidas estão nas mãos de Deus. Davi revela-nos no Salmo 139 que Deus tudo conhece e que não podemos fugir da presença dEle em hipótese alguma. Daniel, o profeta, declara ao rei Belsazar: "...Deus, em cuja mão está a tua vida, e todos os teus caminhos..." (Daniel 5.23).
Nossas vidas e nossos caminhos estão nas mãos de Deus! Que consolo e descanso é sabermos que nossas vidas estão nas mãos desse Deus amoroso! Para os babilônios, todavia, que se deixavam guiar pelos astros, não foi assim, conforme lemos em Isaías 47.13-15.
Diante de nós está a escolha a ser feita: saber o que dizem os astros a meu respeito, ou saber qual a vontade de Deus para a minha vida. Convém recordarmos as palavras do apóstolo Paulo na sua Carta aos Romanos: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (capítulo 12.2). (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br/)
Notas:
1.
Joseph F. Goodavage, Astrology: The Space Age Science (Nova Iorque: Signet, 1967), p. XI.
2.
Para ilustrações veja James Sire, Scripture Twisting (Downers Grove, IL: InterVarsity, 1982).
3.
James Bjornstad e Shildes Johnson, Stars Signs and Salvation in the Age of Aquarius (Minneapolis, MN: Bethany, 1971), pp. 36-90.
4.
Gallant, op. cit., p. 111.
5.
Ralph Bastedo, "An Empirical Test of Popular Astrology", The Skeptical Inquirer, Vol 3, nº 1, p. 34.
6.
Kurtz e Fraknoi, "Tests of Astrology Do Not Support Its Claims", The Skeptical Inquirer, Vol. 9, nº 3, p. 211.
7.
John McGervey, "A Statistical Test of Sun-sign Astrology", The Zetetic, Vol. 1, nº 2, p. 53.
Entretanto, isto não tem evitado que a maioria dos astrólogos declare que a Bíblia apóia favoravelmente a astrologia. Jeff Mayo, fundador da Escola Mayo de Astrologia, declara que "a Bíblia está cheia de referências astrológicas". Joseph Goodavage, autor de Astrology: The Space Age Science (Astrologia: A Ciência da Era Espacial) e Write Your Own Horoscope (Escreva Seu Próprio Horóscopo), declara que "a Bíblia está cheia da" filosofia da astrologia.[1]
Os astrólogos "justificam" tais afirmações da mesma maneira que muitas seitas citam a Bíblia como evidência de seus próprios ensinamentos falsos e anti-bíblicos. Eles distorcem as Escrituras até ensinarem algo contrário à Bíblia.[2] Qualquer passagem bíblica que refute tais ensinos é simplesmente ignorada, mal interpretada, ou eliminada. Pode-se provar que todo texto bíblico citado pelos astrólogos para provar que a Bíblia apóia a astrologia foi mal interpretado ou mal aplicado.[3] Assim como a água e o óleo não se misturam, a Bíblia e a astrologia são totalmente incompatíveis. Alguns não-cristãos também admitem que existe "um abismo ideológico permanente entre ambas as crenças".[4]
Historicamente o cristianismo tem-se oposto à astrologia por três razões bíblicas. Primeiro, a Bíblia explicitamente rejeita a astrologia como uma prática inútil (sem valor). Uma prova disso está em Isaías 47.13-14, onde Deus afirma: "Ja estás cansada com a multidão das tuas consultas! Levantem-se pois, agora os que dissecam os céus e fitam os astros, os que em cada lua nova te predizem o que há de vir sobre ti. Eis que serão como restolho, o fogo os queimará; não poderão livrar-se do poder das chamas; nenhuma brasa restará para se aquentarem, nem fogo para que diante dele se assentem." Aqui vemos que, em primeiro lugar, Deus condena o conselho dos astrólogos babilônicos. Em segundo lugar, Deus disse que suas predições baseadas no movimento dos astros não os salvariam do juízo divino que se aproximava. Finalmente, Deus disse que o conselho dos astrólogos não era inútil somente para os outros, mas que nem os salvaria a eles mesmos (Deuteronômio 4.19; 17.1-5; 18.9-11; 2 Reis 17.16; 23.5; Jeremias 8.2; 19.13; Ezequiel 8.16; Amós 5.26-27).
A segunda razão bíblica pela qual o cristianismo tem-se oposto à astrologia é porque Deus proíbe as práticas ocultas. Basicamente, a astrologia é uma adivinhação. Esta é definida pelo Webster’s New Collegiate Dictionary (1961) como "o ato ou prática de prever ou predizer atos futuros ou descobrir conhecimento oculto". No Webster’s New World Dictionary (1962), a astrologia é definida como "a arte ou prática de tentar predizer o futuro ou o conhecimento por meios ocultos". Por ser uma arte ocultista, Deus condena a adivinhação como mal e como uma abominação para Ele, dizendo que ela leva ao contato com maus espíritos chamados de demônios. (Deuteronômio 18.9-13; 1 Coríntios 10.20).
Finalmente, a Bíblia repudia a astrologia por levar as pessoas à terrível transferência de sua lealdade ao infinito Deus do Universo para as coisas que Ele criou. É como dar todo o crédito, honra e glória às magníficas obras de arte, esquecendo completamente o grande artista que as produziu. Nenhum astrólogo, vivo ou morto, daria às pinturas de Rembrandt ou Picasso o mérito que corresponde aos autores, mas eles o fazem rotineiramente com Deus. Entretanto, Deus é infinitamente mais digno de honra que os homens, pois é Ele quem fez "os céus e a terra" e em Suas mãos está a vida de todos os homens (Gênesis 1.1; Daniel 5.22-23).
O que têm provado os testes de validade dos signos zodiacais (por exemplo, se você é de Peixes, Áries ou Leão)?
A astrologia diz que o signo zodiacal de uma pessoa tem grande importância para determinar a totalidade de seu caráter. A análise de um pesquisador do conteúdo da literatura astrológica revela 2.375 adjetivos específicos para os doze signos zodiacais. Cada signo foi descrito por uns 200 adjetivos (por exemplo, "Leão" é forte, dominante, rude – um líder nato; "Touro" é indeciso, tímido, inseguro – não é líder). Nesse teste, mil pessoas foram examinadas segundo 33 variáveis, incluindo o atrativo físico, a capacidade de liderança, os traços de personalidade, as crenças sociais e religiosas, etc. A conclusão foi que este teste falhou em provar qualquer predição astrológica: "Todos os nossos resultados podem ser atribuídos ao acaso."[5]
Foi feito outro teste para descobrir se os planetas influem na compatibilidade do matrimônio, ou seja, se existe uma indicação significativa do número de casais que continuaram casados porque seus signos demonstraram ser "compatíveis"? E os que tinham um signo "incompatível" se divorciaram? O estudo foi feito com 2.978 casais que se casaram e 478 casais que se divorciaram em 1967 e 1968. Este teste demonstrou que os signos astrológicos não alteravam significativamente o resultado em qualquer desses grupos. Os nascidos sob signos "compatíveis" casaram e se divorciaram com a mesma freqüência do que os nascidos sob signos "incompatíveis".[6]
Os astrólogos alegam que os cientistas e os políticos são favorecidos por um ou outro signo zodiacal. Ou seja, que há uma suposta conexão entre o signo de uma pessoa e suas possibilidades de êxito numa determinada profissão. Ao investigar esse tema, John McGervy comparou a data de nascimento de 16.634 cientistas e 6.475 políticos e não encontrou correlação que substanciasse as afirmações dos astrólogos. Não pode haver dúvida de que a distribuição de signos nestas duas atividades foi tão aleatória quanto entre o público em geral.[7]
Concluindo, a evidência científica atual mostra que não é válida a afirmação dos astrólogos de que seu signo influi em sua vida.
Conclusão
Enquanto a "luz dos astros" tem trazido dúvida e divisão entre os próprios astrólogos, e incerteza e frustração para o povo que anda sem direção, JESUS, o Criador de todos os astros celestes e de todo o Universo, apresenta-se como a verdadeira Luz do Mundo e declara que aqueles que O seguirem não mais andarão em trevas; mas terão a luz da vida (João 8.12).
Aos que estão buscando direção para suas vidas, Jesus convida: "Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei... e achareis descanso para a vossa alma" (Mateus 11.28-30).
Na Bíblia, a Palavra de Deus, encontramos revelações claras de que nossas vidas estão nas mãos de Deus. Davi revela-nos no Salmo 139 que Deus tudo conhece e que não podemos fugir da presença dEle em hipótese alguma. Daniel, o profeta, declara ao rei Belsazar: "...Deus, em cuja mão está a tua vida, e todos os teus caminhos..." (Daniel 5.23).
Nossas vidas e nossos caminhos estão nas mãos de Deus! Que consolo e descanso é sabermos que nossas vidas estão nas mãos desse Deus amoroso! Para os babilônios, todavia, que se deixavam guiar pelos astros, não foi assim, conforme lemos em Isaías 47.13-15.
Diante de nós está a escolha a ser feita: saber o que dizem os astros a meu respeito, ou saber qual a vontade de Deus para a minha vida. Convém recordarmos as palavras do apóstolo Paulo na sua Carta aos Romanos: "E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus" (capítulo 12.2). (John Ankerberg e John Weldon - http://www.chamada.com.br/)
Notas:
1.
Joseph F. Goodavage, Astrology: The Space Age Science (Nova Iorque: Signet, 1967), p. XI.
2.
Para ilustrações veja James Sire, Scripture Twisting (Downers Grove, IL: InterVarsity, 1982).
3.
James Bjornstad e Shildes Johnson, Stars Signs and Salvation in the Age of Aquarius (Minneapolis, MN: Bethany, 1971), pp. 36-90.
4.
Gallant, op. cit., p. 111.
5.
Ralph Bastedo, "An Empirical Test of Popular Astrology", The Skeptical Inquirer, Vol 3, nº 1, p. 34.
6.
Kurtz e Fraknoi, "Tests of Astrology Do Not Support Its Claims", The Skeptical Inquirer, Vol. 9, nº 3, p. 211.
7.
John McGervey, "A Statistical Test of Sun-sign Astrology", The Zetetic, Vol. 1, nº 2, p. 53.
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